Sábado, 18 de Novembro de 2017 |

Colunista


Cantinho Ecológico


Marco Aurélio


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Começa a contagem regressiva para a hora do planeta

* A quinta edição da Hora do Planeta foi lançada mundialmente nesta quarta-feira (27). Capitaneada pelo grupo ambientalista WWF, a ação convoca todos a apagarem as luzes durante uma hora no dia 23 março, das 20h30 às 21h30. O ato simbólico pretende sensibilizar a população sobre problemas ambientais que a humanidade enfrenta e sinalizar aos governantes sobre a necessidade urgente de agir contra o aquecimento global. Este ano, o movimento chamará a atenção para as necessidades e os desafios em torno da água. A ação está alinhada à iniciativa da Unesco que definiu 2013 como o Ano Internacional da Cooperação pela Água. Cada vez mais brasileiros participam do movimento. Em 2012, a adesão foi recorde, com todas as capitais e mais de 130 cidades se mobilizando. Para Maria Cecília Wey de Brito, CEO do WWF-Brasil, essa é uma oportunidade de alertar sobre a gestão da água no país. A campanha começou 2007 a partir de uma iniciativa da cidade de Sidney, na Austrália, e vem crescendo para se tornar a maior ação voluntária pelo planeta. Na edição 2012, o evento foi abraçado por mais de 7 mil cidades em 152 países nos sete continentes. E você, vai apagar?

Ong registra recorde de ataques de tubarão em 2012

* O ano de 2012 foi o com mais acidentes envolvendo tubarões na história. De acordo com a organização International Shark Attack File (ISAF) foram 118 acidentes relatados em todo o mundo, com três casos a mais que o antigo recorde ocorrido em 2010. Do total do ano passado, 80 ataques aconteceram nos habitats naturais dos tubarões, sem que os animais tivessem sido provocados por humanos. Sete foram fatais. Em 2011, foram 78 ataques não provocados, sendo 13 fatais e em 2010, foram 82. De acordo com o relatório da organização, que contabiliza relatos de acidentes em todo o mundo desde 1900, os números de ataques estão crescendo a cada década. Em 2012, os Estados Unidos foram mais uma vez o lugar com mais ataques de tubarões, num total de 53, seguido por Austrália (14) e África do Sul (4), além de acidentes isolados registrados nas Ilhas Canárias, Indonésia, Nova Zelândia, Nigéria, Arábia Saudita e Tonga. De acordo com o relatório da ISAF o aumento da interação de tubarões com humanos está relacionado com o aumento do tempo que os humanos passam no mar. “Como a população e o aumento do interesse em atividades aquáticas é esperado o crescimento no número de ataques de tubarões”, afirma o relatório. (Fonte: Portal iG)

Ministro afirma que o Japão não vai parar com pesca de baleias

* O Japão não pretende interromper a pesca das baleias, uma atividade “que faz parte da nossa cultura”, disse nesta terça-feira (26) o ministro da Agricultura e da Pesca, Yoshimasa Hayashi. “É cultural e uma longa tradição histórica. O Japão é uma ilha e pescar boas proteínas do oceano é importante para nossa alimentação. É muito importante para a segurança alimentar”, apontou o representante do governo. Quando perguntado se o Japão poderia vislumbrar o fim desta prática, muito criticada por diversos países, Yoshimasa Hayashi disse que isso não deve acontecer. “Eu venho de Shimonoseki”, lembra, evocando a cidade portuária do oeste do país, de onde partem muitos baleeiros japoneses para a pesca anual na Antártica. “Nós nunca dissemos que todo mundo devia comer baleia. Porque não podemos ao menos estar de acordo em nosso desacordo? Nós temos este hábito e vocês não”, argumentou o ministro. Para Hayashi as críticas internacionais contra o Japão “são ataques culturais, preconceitos contra a cultura nipônica”. “Em alguns países come-se cachorro, na Coreia por exemplo, na Austrália come-se canguru. Nós não comemos estes animais, mas não pedimos para que estes países deixem de fazê-lo porque entendemos que isso faz parte de suas culturas. Então eu peço: por favor, entendam a nossa”. O Japão caça baleias em virtude de uma tolerância da CIB para a pesca com fins de pesquisa, ainda que a carne destes animais termine nos açougues. (Fonte: G1)

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