Quinta-Feira, 19 de Outubro de 2017 |

Colunista


Cantinho Ecológico


Marco Aurélio


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SERPENTE DAS PROFUNDEZAS É CLICADA NO GOLFO DO MÉXICO

Pesquisadores da Universidade Estadual da Louisiana, nos Estados Unidos, conseguiram captar imagens inéditas de um peixe-remo (Regalecus glesne), também chamado de regaleco, que vive nas profundezas do mar. De acordo com Mark Benfield, pesquisador e responsável por realizar as imagens na região do Golfo do México com um veículo operado remotamente, as imagens ajudaram a dar mais detalhes sobre esta espécie no estudo publicado no início de junho no “Journal of Fish Biology”. Foi a primeira vez que o animal foi perfeitamente visualizado. O regaleco é um dos maiores peixes do mundo. Segundo Benfield, essa espécie pode atingir entre 8 metros e até 17 metros de comprimento e vive em águas temperadas e tropicais, a uma profundidade de até 3 mil metros. Alguns pesquisadores gostam de se referir a este animal como serpente marinha. (Fonte: G1)

TUBARÃO BRANCO GIGANTE ATRAI CURIOSOS

Conhecida por atrair turistas em busca de boa gastronomia e cultura caiçara, a cidade de Cananéia, no litoral de São Paulo, surpreende os visitantes com uma atração de peso. Com mais de 5 metros de comprimento e 3,5 toneladas, o segundo maior tubarão branco capturado no mundo está em exposição no Museu Municipal da cidade. Ele foi pescado em 1992 por pescadores locais a 27 km da costa de Cananéia e, segundo o monitor ambiental João Maria da Silva, o caso deixou a cidade famosa nacionalmente. “Lembro que foi notícia nos principais jornais do Brasil inteiro. Vieram pessoas de outras cidades só para ver o tubarão. Na época virou uma atração”, conta. No museu, o animal está taxidermizado e há várias informações sobre a época que o tubarão foi capturado. As fotos expostas mostram o animal sendo desmembrado pelos pescadores. Após esse processo, o tubarão passou pela taxidermia e foi exposto no museu da cidade. Os registros apontam que havia outros animais dentro do tubarão, como restos de tartarugas, um boto e até a cabeça de outros dois tubarões, um da espécie Azul e outro Baia. Além disso, um sapato foi encontrado no estômago do animal. O tamanho impressiona os visitantes. O animal, que é uma fêmea, tem 5,50 metros e pesa 3,5 toneladas. (Fonte: G1)

CIENTISTAS ESTUDAM GENOMA DE CÃES E LOBOS

Imagine um lobo apanhando um “frisbee” 12 vezes seguidas, conduzindo policiais a um esconderijo de cocaína ou apenas dormindo ao seu lado no sofá. É um exagero, para dizer o mínimo. Os cães podem ter evoluído a partir dos lobos, mas as mentes dos dois são muito diferentes. O cérebro dos cachorros se tornou sintonizado com o dos humanos. Os cientistas estão se concentrando em alguns genes que foram cruciais para reprogramar o cérebro canino. Seus resultados poderão ensinar algo sobre a evolução de nossos cérebros: alguns dos genes que evoluíram nos cães são os mesmos que evoluíram em nós.
Para rastrear a mudança nos cérebros caninos, os cientistas tiveram de elucidar como as raças de cães se relacionam entre si e como todas elas são parentes dos lobos. O doutor Zhang Ya-Ping, geneticista na Academia Chinesa de Ciências, liderou uma rede internacional de cientistas que compararam pedaços de DNA de diferentes caninos. Eles chegaram à conclusão de que os lobos começaram sua transformação na Ásia oriental. Aqueles primeiros cachorros então se espalharam para outras partes do mundo. Muitas das raças mais conhecidas hoje surgiram apenas nos últimos séculos. Aqueles primeiros cães permaneceram durante milhares de anos. Hoje são conhecidos como cães nativos chineses. “Os cães chineses vivem em aldeias rurais, ajudando as pessoas a proteger suas casas”. Ele e seus colegas sequenciaram o genoma dos cães nativos chineses e o compararam com os genomas de lobos asiáticos e raças modernas de cães. Ao comparar as mutações, puderam estimar quando os lobos e os cães divergiram. Como relataram em 14 de maio na revista “Nature Communications”, eles descobriram que a divisão começou 32 mil anos atrás. (Fonte: Folha.com)

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