Sábado, 24 de Junho de 2017 |

Colunista


Cantinho Ecológico


Marco Aurélio


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TEMPORADA DE CALOR EXIGE CUIDADOS REDOBRADOS COM RAIOS

* Caracterizado pelos recordes de temperatura e pelas fortes chuvas, o verão brasileiro proporciona um ambiente pra lá de propício para as descargas elétricas naturais devido à potente combinação do calor com a umidade. Para se ter uma ideia, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), dos 3,15 bilhões de raios que caem no mundo inteiro anualmente, 100 milhões são registrados no Brasil, especialmente na região sudeste.
Diante de tanto perigo, alguns cuidados especiais são fundamentais para evitar acidentes que podem render prejuízos, além de colocar em risco a sua vida. Por isso, durante as tempestades, quem estiver na rua deve procurar um abrigo o mais rápido possível. Nesta hora, vale a pena entrar no carro ou ficar sob a proteção de prédios, casas ou instalações subterrâneas, lembrando-se de ficar longe de tomadas da rede elétrica, metais e da água, que são grandes condutores de energia. Contudo, caso não haja escapatória, o ideal é ficar no chão, com as mãos na nuca e os pés juntos. “Já os banhistas que estiverem curtindo um dia de praia, devem abandonar o mar e areia assim que perceberem a mudança de tempo e a formação de um temporal”, alerta Carlos Adolfo Fernandez, geólogo da diretoria de Defesa Civil do Guarujá, em São Paulo. Para as pessoas que estiverem seguras dentro de casa, a recomendação é retirar todos os eletroeletrônicos da tomada para evitar que eles “queimem”, só tomar banho depois que a chuva passar e ficar distante das janelas. Também não é indicado utilizar telefones com fio, por serem condutores de energia, e nem celulares que estiverem carregando. (Fonte: Terra)

PLANTA DA CUIA DE CHIMARRÃO VEIO BOIANDO DA ÁFRICA

* Estudo publicado na revista “Proceedings” da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos conclui que a cabaça ou porongo (Lagenaria siceraria), planta usada para fazer a cuia de chimarrão, entre outros tipos de recipientes, provavelmente chegou à América flutuando pelo Oceano Atlântico, oriunda da África. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores, liderados por Beth Shapiro, da Universidade da Califórnia, analisaram o DNA de diversas amostras antigas e atuais da planta, de diferentes pontos do planeta. Eles notaram que, geneticamente, a cabaça americana é muito mais semelhante à africana que à asiática. A teoria anterior a respeito da cabaça era de que ela surgiu na África e foi se espalhando primeiro pela Ásia, para então chegar ao continente americano pelo Estreito de Bering, na região ártica. No entanto, seria necessário que ela resistisse a um clima muito frio para que isso fosse possível, e a planta é adaptada a zonas tropicais. Modelos de correntes marítimas indicam que cabaças selvagens africanas podem ter simplesmente boiado no Atlântico, chegando à costa oriental das Américas e se espalhando pelo novo continente com a ajuda de animais que se alimentavam de suas sementes. Os antigos habitantes americanos teriam domesticado a planta em diferentes lugares. As cabaças já eram usadas para transporte de líquidos e alimentos há cerca de 11 mil anos na Ásia e 10 mil anos na América - muito antes da chegada dos colonizadores europeus. (Fonte: G1)

DINOSSAURO DE 230 MILHÕES DE ANOS É ENCONTRADO NO RS

* O fêmur de um dinossauro que viveu há pelo menos 230 milhões de anos foi encontrado no município de São João Polêsine, região central do Rio Grande do Sul. O bípede carnívoro, com altura estimada em 1 metro, pesava no máximo 22 quilos e tinha 2,2 metros de comprimento, da cauda ao crânio. Ele era um terópode, que está entre os primeiros dinossauros que viveram na Terra - a partir deles é que foram surgindo os animais maiores. No mundo todo, até hoje, segundo os pesquisadores, só foram descritos 15 dinossauros terópodes carnívoros. Daí a importância do achado para a ciência.

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