Quinta-Feira, 19 de Outubro de 2017 |

Colunista


Cantinho Ecológico


Marco Aurélio


verdade@cpovo.net

(Foto: )


BARCO MOVIDO A ENERGIA SOLAR É CRIADO EM SANTA CATARINA

O Instituto Ekko Brasil (IEB) em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), acaba de lançar o primeiro barco brasileiro que usa energia solar, limpa e renovável a ser utilizado para trabalhos de pesquisas, mobilização social e educação ambiental na Lagoa do Peri. A embarcação do tipo Catamarã foi uma solicitação do IEB, que precisava de uma embarcação não-poluente e silenciosa para monitorar as lontras na Lagoa do Peri (SC). Ela auxiliará no trabalho dos pesquisadores do Instituto em estudos da biodiversidade e conservação de ecossistemas e espécies ameaçadas da região. A Lagoa do Peri é uma Unidade de Conservação (UC) municipal onde é proibida a navegação de embarcações movidas a motores de combustão. Ao longo do dia, a embarcação ficará exposta ao sol enquanto os módulos solares fotovoltaicos, que servem também de cobertura do barco, carregam as baterias que fazem funcionar quatro motores elétricos instalados na popa da embarcação. No Brasil, esta tecnologia ainda é bem pouco explorada e um dos fatores da sua baixa utilização é o desconhecimento das potencialidades e aplicações desta forma de geração de energia elétrica, que já é técnica e economicamente viável em diversos países.

ACIDIFICAÇÃO DOS OCEANOS CRESCE 26% NOS ÚLTIMOS 200 ANOS

O pH dos oceanos aumentou 26% em média nos últimos 200 anos, ao absorver mais de um quarto das emissões de CO2 geradas pela atividade humana. É inevitável que entre 50 e 100 anos as emissões antropogênicas de dióxido de carbono elevem a acidez dos oceanos a níveis que terão um impacto enorme, quase sempre negativo, sobre os organismos marinhos e os ecossistemas. Alguns trabalhos revelam que a fertilização de certas espécies é muito sensível à acidificação dos oceanos, enquanto outras são mais tolerantes. Os corais, moluscos e equinodermos (estrelas do mar, ouriços e pepinos do mar, por exemplo) estão particularmente afetados por esta mudança, que reduz seu ritmo de crescimento e sua taxa de sobrevivência, mas algumas algas e microalgas podem se beneficiar, do mesmo modo que alguns tipos de fitoplânctons. Os riscos para as barreiras de coral nas zonas tropicais também são uma enorme preocupação, já que envolvem a subsistência de 100 milhões de pessoas, que dependem destes habitats. Segundo os pesquisadores, a redução das emissões de CO2 permitirá deter o problema. (Fonte: G1)

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