Sexta-Feira, 22 de Setembro de 2017 |

Colunista


Cantinho Ecológico


Marco Aurélio


verdade@cpovo.net

(Foto: )


Então é Natal...

Qual o verdadeiro significado do Natal? Como seria importante se as pessoas compreendessem que muito mais do que simplesmente “trocar presentes” ou se alimentar de uma “farta ceia” ao soar da meia noite o nascimento de Jesus Cristo e sua comemoração anual, que acontece há mais de 1600 anos no dia 25 de dezembro, é algo muito maior. Natal é o nome da festa religiosa cristã que celebra o nascimento de Jesus Cristo, a figura central do Cristianismo. O dia de Natal, 25 de dezembro, foi estipulado pela Igreja Católica no ano de 350 através do Papa Julio I, sendo mais tarde oficializado como feriado. A Bíblia não diz nada sobre o dia exato em que Jesus nasceu e por isso a comemoração do Natal não fazia parte das tradições cristãs no início. O Natal começou a ser celebrado para substituir a festa pagã da Saturnália, que por tradição acontecia entre 17 e 25 de dezembro. A comemoração do Natal em substituição dessa celebração foi uma tentativa de facilitar a aceitação do cristianismo entre os pagãos. Apesar disso, alguns estudiosos afirmam que Jesus teria nascido em Abril, e que a data foi instituído pela Imperador Romano Constantino para agradar os cristãos. A árvore de Natal é um dos símbolos mais populares, e normalmente é um pinheiro. Há muitas versões sobre a associação da árvore ao Natal. Uma delas é que o formato triangular do pinheiro representaria a Santíssima Trindade. O costume de enfeitar as árvores de Natal surgiu em 1539 em Estrasburgo.

Uma certa vez li na internet um trecho natalino que dizia: “Na vida, a gente passa por três fases: a primeira, quando acreditamos no Papai Noel; a segunda, quando deixamos de acreditar e a terceira, quando nos tornamos Papai Noel”. Com a aproximação de mais um Natal, nosso espírito solidário deveria se revigorar. A sensibilização que toma conta das pessoas deveria existir durante o ano inteiro. Deveríamos pensar em deixar os festejos natalinos mais felizes para os outros também, promovendo um pouco mais de assistência aos menos favorecidos. Datas como essa deveriam proporcionar ao ser humano um olhar voltado aos nossos irmãos. Como fechar os olhos para a dor de tantos, que nem sequer sabem que o Natal existe.

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