Segunda-Feira, 24 de Julho de 2017 |

Colunista


Cantinho Ecológico


Marco Aurélio


verdade@cpovo.net

(Foto: )


As formigas são seres extraordinários. Possuem um fascínio misterioso e vivem em sociedade dividindo tarefas e proporcionando assim, o bem estar e a sobrevivência de toda a população. Os seres humanos poderiam e deveriam aprender muito com elas. Sempre fui fascinado pelas formigas, pelas abelhas e pelos cupins, principalmente pela forma como trabalham e dividem suas funções dentro do grupo. Da mesma forma que os fazendeiros, as formigas que cultivam fungos mantém jardins subterrâneos com esmero. Elas fertilizam, retiram as ervas daninhas e cuidam de sua cultura regularmente. Pesquisadores agora descobriram que uma espécie primitiva de formigas cultiva uma espécie exclusiva de fungo. “Essas formigas sobrevivem do cultivo e dependem totalmente desse fungo”, afirmou Ted Schultz, entomologista do Instituto Smithsonian. A Apterostigma megacephala foi descrita pela primeira vez em 1999, com base em quatro espécimes descobertas no Peru e na Colômbia. Dez anos depois, os pesquisadores descobriram ninhos da Apterostigma megacephala no leste da região amazônica brasileira e perceberam que as formigas cultivavam um tipo de fungo que cresce apenas em colônias dessa espécie e de uma espécie cortadora de folhas. O desenvolvimento do fungo Leucoagaricus gongylophorus ocorreu apenas entre 2 e 8 milhões de anos atrás. O sequenciamento do DNA mostrou que a formiga pertence a uma linhagem que remonta a 39 milhões de anos. Como e quando a espécie conseguiu esse fungo permanece um mistério, afirmou Schultz. A formiga cortadora de folhas, que também cultiva o fungo, evoluiu mais cedo, há aproximadamente 12 milhões de anos. Outras formigas primitivas que cultivam fungos não conseguem digerir o organismo sem morrer. (Fonte: Adaptada - UOL)

Incêndio em tanques de combustível não aumentou a poluição em Santos

As estações de monitoramento da qualidade do ar em Santos não detectaram aumento significativo na concentração de poluentes no município em razão do incêndio que atinge tanques de combustíveis da empresa Ultracargo, no Terminal da Alemoa, na Baixada Santista. “Os dados disponíveis mostram que a qualidade do ar nas estações de Santos variou entre a condição boa e moderada entre os dias 2 (quinta-feira), início do incêndio, e 5 de abril (domingo). (Fonte: Agência Brasil)

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