Segunda-Feira, 24 de Julho de 2017 |

Colunista


Cantinho Ecológico


Marco Aurélio


verdade@cpovo.net


Uma triste notícia foi anunciada no meio desta semana pelo primeiro-ministro do Nepal, Sushil Koirala. Após o terremoto que atingiu o país no sábado (25), segundo o mais recente balanço do Ministério do Interior nepalês, o número oficial de mortes confirmadas é de 5.057. Em memória dos nepaleses, dos irmãos e das irmãs estrangeiras, dos idosos e das crianças que perderam a vida no sismo, foram decretados três dias de luto nacional a partir de ontem. Existem, até o momento, mais de 450 mil desalojados. O tremor, de magnitude 7,8 na escala Richter, deixou 10.915 mil feridos, segundo o responsável pelo Departamento de Gestão de Catástrofes do Nepal. O abalo foi sentido em outros países, como Índia, Bangladesh e China, e provocou avalanches no Himalaia. Quase 100 repetições do tremor, com intensidade que oscilou entre 4 e 6 graus na escala Richter, foram sentidas depois do terremoto. As operações de resgate no Nepal são difíceis por causa das más condições tempo e pela carência do país asiático para responder a um desastre de grandes dimensões.

Brasil cumprirá meta de redução de dióxido de carbono para 2020
Será que podemos acreditar? O diretor do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ), Luiz Pinguelli Rosa, disse na terça-feira (28) que o Brasil vai conseguir cumprir a meta voluntária de redução de gás carbônico (CO²) divulgada às vésperas da Conferência sobre Mudanças Climáticas de Copenhague (COP 15). A afirmação foi feita durante a solenidade de abertura do 3º Congresso Brasileiro de CO², promovido pelo Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás e Biodiversidade (IBP), no Hotel Windsor Atlântico, em Copacabana, no Rio de Janeiro. Na avaliação do professor existe no país uma consciência em relação aos problemas climáticos decorrentes da emissão excessiva de gases que produzem o efeito estufa, o que criou no país uma visão mais concreta sobre a importância da adoção de políticas para a mudança climática. Para o professor, o país está em uma posição confortável até agora porque tem a vantagem da utilização em larga escala de energias renováveis, como a hidrelétrica e os biocombustíveis, o que o coloca em uma posição de vanguarda. Para ele, a questão do desmatamento será fundamental para a obtenção da meta.

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