Quarta-Feira, 18 de Outubro de 2017 |

Colunista


Cantinho Ecológico


Marco Aurélio


verdade@cpovo.net

(Foto: )


Hoje iniciaremos uma série de reportagens sobre os mais fascinantes seres vivos existentes na terra. E para dar início a esta série, nada melhor do que falarmos de um réptil muito famoso da família dos lagartos: o camaleão. Inicialmente é importante ressaltarmos que existem catalogadas mais de setenta espécies de camaleões. Suas cores, dependendo da espécie, variam do marrom ao verde e algumas espécies são listradas. É justamente aí que surge um recurso importante usado pelos camaleões para despistar seus predadores: a mudança de cor (mimetismo). Os camaleões possuem dois olhos, sendo que conseguem mover um para cada lugar ao mesmo tempo. Estes lagartos se movimentam lentamente para não despertar a atenção de suas presas e predadores. Sua pele é coberta por uma camada de queratina, e ao crescer, o camaleão precisa trocar de pele. Os camaleões são animais de hábitos diurnos e solitários, sendo que os machos buscam as fêmeas na época do acasalamento. Possuem um comportamento muito agressivo, inclusive com animais da mesma espécie. Vivem principalmente na África, de Madagascar ao sul do Saara. Algumas espécies também são encontradas no continente europeu e na Índia. Os camaleões possuem habitat muito variado (savanas, florestas tropicais, montanhas, estepes e até desertos). Gostam de viver sobre as árvores, arbustos e sob folhas secas. Se alimentam principalmente de insetos tais como moscas, joaninhas, mariposas, pequenos besouros e gafanhotos. Para pegar estes insetos, ele utiliza um importante recurso: uma língua comprida, elástica e pegajosa. O peso de um animal adulto, dependendo da espécie, pode variar entre 1 a 3 quilos e o comprimento de um camaleão adulto pode ter, em média, de 40 a 60 cm.

Aparelho para repelir tubarões

Cientistas australianos criaram um aparelho de uso pessoal que ajudará surfistas e mergulhadores a prevenir encontros com tubarões em mais de 90% dos casos. O aparelho criado por uma equipe do Instituto Oceanográfico da Universidade da Austrália Ocidental emite um forte campo eletrônico, que interfere no sistema eletrorreceptivo dos tubarões, formado por uma rede de sensores dentro do cérebro do tubarão, segundo a edição australiana do jornal “The Guardian”. Para provar sua efetividade foram utilizados dois tipos de plataformas cheias de isca, uma com o aparelho e a outra sem ele, a fim de analisar as reações dos tubarões de recife no litoral do oeste australiano e dos temidos tubarões brancos no litoral da África do Sul. Nesses experimentos, todos os tubarões tocaram e levaram as iscas da plataforma que não tinha o aparelho, denominado Shark Shield, enquanto apenas 10% se aproximaram da que estava protegida, acrescentou o jornal. (Fonte: G1)

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