Domingo, 17 de Dezembro de 2017 |

Colunista


Cantinho Ecológico


Marco Aurélio


verdade@cpovo.net

(Foto: )


Dando sequência a nossa série de reportagens sobre os mais fascinantes seres vivos existentes na terra, hoje falaremos do menor mamífero de todos os não-roedores: o musaranho-pigmeu. Este animal incrível tem apenas 52 mm de comprimento e costuma ser encontrado nos campos, florestas e vales da Europa mediterrânea e também na África. O musaranho-pigmeu é solitário, tem um comportamento valente e agressivo e usa seus trinta dentes afiados, além de expelir um cheiro forte da sua própria pele, para se proteger de seus predadores. Pode chegar à morte se ficar exposto à luz do dia por um longo período, por isso vive em pedras e raízes de árvores. Justamente por isso, é mais ativo durante a noite do que o dia. Apresenta uma dieta insetívora, mas apesar de ingerir praticamente alimentos de origem animal, há relatos em que se alimenta parcialmente de azeitonas, possivelmente pelo seu alto teor de óleo. A maturidade sexual é atingida com um ano de vida, e a espécie tem uma expectativa de vida de 18 meses, embora possa chegar aos dois anos e meio, em cativeiro. O musaranho é predado por aves de rapina, como a coruja-das-torres (Tyto alba), embora não seja uma presa dominante. Atualmente não existem grandes ameaças a esta espécie que possam levar à sua extinção. O animal está classificado pelo IUCN como uma espécie Pouco Preocupante devido à sua ampla distribuição geográfica (ocorrendo em muitas áreas protegidas) e à sua tolerância a mudanças repentinas no habitat.

Segundo o Greenpeace, Governo abre mão de combater o desmatamento.

A organização não governamental Greenpeace criticou na terça-feira os termos do compromisso assumido pelo governo brasileiro, em acordo bilateral com os Estados Unidos, para acabar com o desmatamento ilegal de florestas e mitigar as causas das mudanças no clima. O documento informa que o Brasil pretende restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares de florestas até 2030. Não foi definido, no entanto, um prazo para zerar o desmatamento. “É inaceitável que o compromisso mais ambicioso que Dilma assume para proteção das florestas e combate às mudanças climáticas seja tentar cumprir a lei. Mas foi exatamente isso o que ela fez em aguardada reunião com Obama na terça-feira (30) pela manhã, em Washington (EUA): prometeu fazer o possível para combater o desmatamento ilegal no Brasil, sem dar prazo ou garantia concreta”, diz a nota do Greenpeace. “Dilma também prometeu restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares de florestas até 2030, mas isso é cerca de metade do exigido pelo atual Código Florestal para zerar nosso passivo ambiental”, acrescenta a nota. (Fonte: Agência Brasil)

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