Segunda-Feira, 24 de Abril de 2017 |

Colunista


Cantinho Ecológico


Marco Aurélio


verdade@cpovo.net

(Foto: )


E SE FOSSE SEMPRE NATAL

* Como seria bom se o espírito de Natal estivesse presente nas pessoas não apenas no dia 25 de dezembro, mas sim em todos os 365 dias do ano. Nos menores gestos de amor, de confraternizar, de apoiar na vontade de sorrir, de amparar, de entender, de perdoar, de receber e repartir. Na capacidade de sofrer, de calar, de vencer, de estimular, de perder e de novo buscar. Sem fugir, nem evitar, sem influir, nem invejar, sem omitir, nem negar, sem punir nem matar. E se fosse sempre natal?
Sem dor, só amor.


CANADÁ RATIFICA SUA SAÍDA DO PROTOCOLO DE KYOTO

* O Canadá confirmou na última segunda-feira (17) que não faz mais parte do Protocolo de Kyoto, um ano depois de o país comunicar à ONU sua decisão de se retirar do acordo internacional. Adam Sweet, porta-voz do ministro do Meio Ambiente do Canadá, Peter Kent, confirmou à Agência Efe que o “Canadá se retirou de Kyoto”. A retirada formal aconteceu no sábado, quando se cumpriu exatamente um ano desde o momento em que o Canadá notificou à ONU sua decisão. Nem o Ministério do Meio Ambiente, nem o governo canadense mencionaram no fim de semana a retirada do acordo. Sweet se limitou a dizer à Efe que o anúncio da retirada foi comunicado há um ano e que simplesmente “no sábado foi efetuado”. O porta-voz de Kent também disse que as razões pelas quais o Canadá se retirou de Kyoto são as mesmas que as dadas pelas autoridades canadenses há um ano, principalmente a de que o acordo “não é o caminho para uma solução global à mudança climática”. O Canadá é o primeiro país do mundo a abandonar o Protocolo de Kyoto, cujo objetivo é reduzir as emissões de dióxido de carbono para lutar contra a mudança climática. (Fonte: UOL)


RECUPERAR OS OCEANOS CUSTA R$ 10,4 BILHÕES INICIAIS

* Um relatório recém-divulgado pela ONU estima ser necessário aplicar US$ 5 bilhões (R$ 10,4 bilhões, em valores atuais) como investimento inicial para reverter a degradação dos oceanos no mundo. Os recursos, se aplicados ao longo dos próximos 20 anos, serão suficientes para catalisar ações e novos fluxos financeiros na recuperação dos mares. O objetivo do documento, chamado “Catalisando o Financiamento dos Oceanos”, é ajudar empresas privadas e o setor público a criar políticas claras e incentivos para a proteção dos mares, uma vez que a degradação oceânica atinge centenas de milhões de pessoas nos países mais pobres. Segundo o chefe de governança de água e oceano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Andrew Hudson, os mares estão “sob séria ameaça devido à poluição, superexploração, perda de habitat, espécies invasoras e mudanças climáticas”. As afirmações foram feitas durante o lançamento do relatório nos EUA, na última sexta-feira (14), de acordo com o site da ONU. O documento defende a aplicação de uma mistura de políticas públicas e ações de mercado para a preservação dos oceanos e sua gestão sustentável. O problema não é “irreversível”, aponta o relatório, se houver um bom gerenciamento dos mares. (Fonte: Globo Natureza)

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