Sábado, 24 de Junho de 2017 |

Colunista


Cantinho Ecológico


Marco Aurélio


verdade@cpovo.net

(Foto: )


Aprenda a ler os rótulos dos alimentos!

O primeiro passo é observar a data de validade e a forma como o alimento deve ser armazenado (em local fresco, na geladeira, etc.). O prazo de validade de alguns produtos, depois de abertos, é menor. No rótulo você encontra também informações nutricionais, com a lista de nutrientes que o produto contém e as substâncias que são adicionadas a ele – os aditivos químicos – para melhorar o sabor ou o aspecto do alimento e aumentar a sua durabilidade. O rótulo indica a quantidade de nutrientes em uma porção. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) define porção como “a quantidade média do alimento que deveria ser consumida por pessoas sadias, maiores de 36 meses de idade em cada ocasião de consumo, com a finalidade de promover uma alimentação saudável”. O valor energético (ou valor calórico) indica a quantidade de quilocalorias (kcal) ou de quilojoules (kj) na porção. Quilocalorias e quilojoules são unidades usadas para medir a energia. Quanto maior for o número de quilocalorias e quilojoules, maior é a quantidade de energia química contida no alimento. A expressão “%VD” indica a porcentagem de valores diários de referência. Se no rótulo, esse valor é de 26% para o cálcio, isso significa que uma porção desse produto contém 26% da quantidade que se deve ingerir de cálcio por dia. O valor energético é baseado em uma dieta de 2 mil quilocalorias por dia. Entre os nutrientes, as gorduras totais indicam a quantidade de todos os tipos de gorduras: saturadas, insaturadas, colesterol e gordura trans. Quando a quantidade de gorduras é considerada zero, isso não significa necessariamente que ela esteja ausente, mas que a quantidade é muito pequena. É preciso tomar cuidado com a gordura trans, porque ela é prejudicial à saúde.

Võmito, eructação e flatulência

O vômito é a expulsão forçada, pela boca, do conteúdo do estômago e, às vezes, do duodeno por meio de uma reversão das contrações peristálticas. Há várias causas para isso, como a irritação da mucosa gástrica por microorganismos ou por toxinas, drogas ou álcool. O vômito frequente pode causar a perda excessiva de água do organismo e levar à desidratação. A eructação (ou arroto) é a saída pela boca do ar contido no esôfago e no estômago. Em geral, ocorre logo após as refeições, pois o estômago está mais cheio. Certas pessoas engolem muito ar ao falar durante a refeição, ao mascar chicletes, fumar, dormir com a boca aberta, etc. A fermentação dos resíduos pelas bactérias que vivem normalmente no intestino pode produzir gases que, às vezes, saem com um ruído e cheiro ruim: são os flatos (do latim flatus, sopro). Alguns alimentos ricos em fibras podem aumentar a eliminação de gases (flatulência). Em geral, o gás derivado da fermentação de vegetais tende a ser sem cheiro, e o que resulta da digestão de carnes pode ser malcheiroso. Essa eliminação também pode ser provocada pela incapacidade de algumas pessoas em digerir o açúcar do leite (lactose) ou pela deglutição excessiva de ar na alimentação.

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