Terça-Feira, 25 de Julho de 2017 |

Colunista


Cantinho Ecológico


Marco Aurélio


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(Foto: )


EXTINÇÃO DE ANIMAIS PODE AGRAVAR EFEITO CLIMÁTICO

Como se a extinção de animais já não fosse ruim o suficiente, o fim dos bichos que se alimentam sobretudo de frutos, chamados de frugívoros, também comprometerá a capacidade das florestas tropicais de absorver o dióxido de carbono (CO2) da atmosfera. A diminuição da absorção de CO2 preocupa os cientistas, uma vez que o excesso do gás na atmosfera é um dos responsáveis pela aceleração das mudanças climáticas em nosso planeta. O que acontece, segundo os cientistas, é que os animais frugívoros são os responsáveis por dispersar sementes de frutos grandes pelas florestas. Com sua extinção, a dispersão deixará de acontecer e as árvores não irão crescer em diferentes áreas, afetando o potencial da floresta no combate as alterações climáticas. Esses animais cumprem funções importantes em relação às plantas, seja por polinizar as flores ou por comer os frutos e dispersar as sementes, favorecendo a regeneração natural das florestas. (Fonte: Agência Fapesp)

LULA GIGANTE CAUSA SENSAÇÃO NO JAPÃO
Uma lula gigante causou sensação junto a especialistas e curiosos depois que foi achada em um porto japonês, de onde foi lançada de novo ao mar dias mais tarde. O imenso molusco, de quatro metros de extensão, foi descoberto por pescadores no dia 24 de dezembro, no porto da cidade de Toyama, noroeste do Japão. Uma semana depois, um mergulhador a ajudou a regressar a águas mais profundas. “Suas ventosas eram tão poderosas que me machucaram”, contou Asahi Akinobu Kimura, dono de uma loja de artigos de mergulho. “Ela se enrolou em torno de mim e apertou meu braço”. Um curador de um aquário local visitou o porto e registrou a misteriosa criatura em fotos. “Era linda, com um corpo de um vermelho brilhante”, afirmou. (Fonte: G1) A lula-gigante é um cefalópode da ordem Teuthida, conhecida por ser o segundo maior invertebrado existente na Terra, perdendo apenas para a lula-colossal. As oito espécies do género habitam as profundezas dos oceanos e podem atingir comprimentos de 10 metros para os machos e 13 metros para as fêmeas, medido desde a barbatana caudal à ponta dos tentáculos. A lula-gigante tem ainda um dos maiores olhos de todas as criaturas vivas, apenas ultrapassado pelo da lula-colossal. As ventosas dos tentáculos podem atingir até 5 cm de diâmetro. Já foram encontrados diversos exemplos de marcas destas ventosas cravadas nas cabeças de cachalotes, que são predadores das lulas-gigantes.

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