Segunda-Feira, 24 de Julho de 2017 |

Colunista


Cantinho Ecológico


Marco Aurélio


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(Foto: )


ASTRONAUTAS OUVIRAM BARULHO ESTRANHO ATRÁS DA LUA

A NASA revelou uma gravação com uma “música estranha”, que a equipe da Apollo 10 ouviu em maio de 1969 durante o voo do lado escuro da lua, sem contato de rádio com a Terra. A gravação de assovios agudos – com um total de uma hora de duração – foi apresentada na noite de domingo na série “Os documentos inexplicáveis da NASA“, do canal de televisão a cabo Discovery Channel. Os sons foram registados e transmitidos para o centro de controle, em Houston, onde foram transcritos e arquivados. O áudio surgiu em 2008 e só pode ser ouvido pelo público agora. “Você ouviu isso? Esse apito…”, diz Eugen Cernan na gravação. “É realmente uma música rara”, continua o astronauta, enquanto sua nave sobrevoava o lado escuro da lua a 1.500 metros sem qualquer contato de rádio com a Terra. Os três astronautas julgaram o fenômeno muito estranho e debateram se informariam seus superiores no centro de controle, por medo de não serem levados a sério e comprometerem seu futuro de participar de novas oportunidades de voos espaciais, segundo a Discovery. Por mais raros que possam ter sido aqueles sons, não têm uma origem extraterrestre, insistiu a NASA. Um engenheiro da agência espacial entrevistado durante o programa explicou que “as rádios das duas naves, o módulo lunar e o módulo de comando (que estavam ancorados) criam interferência entre elas”. Esta explicação foi contestada pelo astronauta Al Worden, comandante do módulo de comando do Apollo 15. “A lógica me diz que se algo foi registrado ali, deve haver algo ali”, afirmou no programa. Ao todo, 12 astronautas caminharam sobre a superfície da Lua. (Fonte: G1)

A sonda Cassini, um projeto conjunto da Agência Espacial Europeia (ESA na sigla inglesa) e da Agência Espacial americana (NASA), fez descobertas incríveis em Saturno, mas nenhuma supera as revelações extraordinárias sobre Enceladus. O "encanamento" dos jatos de vapor de Enceladus leva a um oceano subterrâneo que pode atingir 40 km de profundidade. A Cassini detectou grandes jatos de vapor d'água e outros materiais jorrando de rachaduras no polo sul da lua de Saturno. É um espetáculo único no Sistema Solar, afirma Carolyn Porco, que coordena o sistema de câmeras da espaçonave. "Brincamos entre a nossa equipe que encontramos o 'parque interplanetário de gêiseres de Enceladus', e que gerações futuras poderão ir para lá em férias", afirmou. Os instrumentos da Cassini puderam mostrar, sobrevoando e analisando as emissões de materiais, que as condições e a química desse oceano subterrâneo podem dar suporte à vida microbial. Há fortes indícios de que a água esteja interagindo com rochas no leito do oceano, para produzir o tipo de coquetel de nutrientes que poderia alimentar pequenos organismos.

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