Segunda-Feira, 03 de Agosto de 2020 |

Colunista


Conversando sobre o cotidiano


Paulo Franquilin


franquilin.pc@gmail.com


Fala que eu te ovo!

A caravana de Luís Inácio Lula da Silva passou por diversas cidades de nosso estado, sendo relatados diversos incidentes envolvendo os integrantes da comitiva e aqueles que não concordam com as ideias do líder petista.

A caravana está percorrendo o Brasil para que Lula leve suas ideias para os mais diferentes pontos do país, segundo o mesmo para que conheça o Brasil e sua gente, mas sem nenhum aspecto de campanha eleitoral.

Impressiona o aparato policial colocado à disposição desta caravana, mais em função da possibilidade de confrontos, do que pelo tamanho da comitiva, que se compõe de políticos e militantes do Partido dos Trabalhadores.

Com uma condenação já definida em segunda instância, Lula tenta de todas as formas evitar sua prisão, com recursos junto a todos os tribunais, com artimanhas legais que adiam seu encarceramento, porém continua agindo como se nada houvesse acontecido, agindo como candidato.

Nenhum órgão da justiça eleitoral, nenhum partido adversário, nada é falado quanto à ilegalidade de atividades de campanha fora do prazo legal, estipulado a partir de agosto, parecendo que todos entendem que no Brasil a lei não precisa ser cumprida, é mera formalidade.

Estão todos em campanha aberta, divulgando suas ideais, viajando o país, sendo que a caravana de Lula é a mais comentada, pois como se viu, em diversas cidades, foi rechaçada por seus adversários, inclusive com ações legais impedindo a entrada nos municípios.

Depois de percorrer algumas cidades gaúchas, com notícias de agressão aos petistas, além de arremesso de ovos e pedras contra os veículos e pessoas da caravana, esta seguiu para outros estados.

Chegando à Santa Catarina as cenas de arremesso de ovos foram repetidas, em ações contrárias à caravana, que avança pelo país afora, chegando a locais dominados pelos integrantes e simpatizantes das ideias petistas.

Assim segue Lula em sua atividade de campanha à presidência do Brasil, sem interferência de nenhuma autoridade eleitoral, com recursos que não foram explicitados, discursando para seus admiradores, mas sendo “ovacionado” pelos seus adversários.

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