Segunda-Feira, 19 de Outubro de 2020 |

Colunista


Conversando sobre o cotidiano


Paulo Franquilin


franquilin.pc@gmail.com


Nosso Campeonato Mundial

Na Rússia os franceses conseguiram superar os adversários e chegar ao seu segundo título mundial de futebol, vencendo a Croácia na final pelo placar de 4 a 2, num jogo emocionante.

A Croácia foi um adversário difícil, que não se abateu nunca, com as equipes buscando o gol em toda a partida, resultando em 6 gols numa final de Copa do Mundo, algo que não acontecia desde o primeiro título mundial da França, quando venceu o Brasil por 3 a 0.

Foi uma Copa do Mundo medíocre, com equipes de futebol que não se diferenciavam muito, nenhum grande craque, poucas novidades táticas, enfim um campeonato que não empolgou.

As novidades tecnológicas, como o árbitro de vídeo, chegaram para ficar, passando a ser empregadas nos próximos eventos de futebol pelo mundo, sendo possível imaginar muitas confusões pelas interpretações erradas dos seres humanos.

A França foi competente, jogou para vencer, com muita entrega nas disputas, enquanto a Croácia teve que enfrentar prorrogações em 3 partidas, num desgaste físico, que acabou tendo reflexos no jogo da final.

O Brasil, apesar de sua campanha pobre, sem grandes atuações, ficou em sexto lugar nesta Copa, com um futebol marcado pelas individualidades que não funcionaram, sendo possível constatar que o jogo coletivo praticado pela França deveria ser o caminho.

Agora o nosso campeonato é outro, temos que vencer a falta de estrutura, sendo possível ver inúmeras obras inacabadas previstas para 2014, com desvios dos recursos, sem hospitais adequados, escolas estruturadas, enfim o mínimo dos serviços públicos não funciona.

Os políticos são um time forte, preparados para continuar o jogo que eles organizaram, mantendo privilégios e todo um sistema que busca desviar recursos públicos para as vantagens deste time.

Podemos vencer e ganhar este jogo, mas precisamos escolher novos jogadores, mais interessados em ajudar-nos do que a si mesmos, mudando nossa realidade, só depende de uma jogada certa na urna eletrônica.

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