Sexta-Feira, 27 de Novembro de 2020 |

Colunista


Conversando sobre o cotidiano


Paulo Franquilin


franquilin.pc@gmail.com


Escolhas

No próximo dia 15 de novembro, domingo, acontecem as eleições municipais no Brasil, quando o povo terá oportunidade de escolher prefeitos e vereadores para os próximos quatro anos, os quais tomarão conta dos nossos municípios.

As cidades estão passando por muitos problemas, havendo poucos investimentos para resolver os mais simples do cotidiano, pois há ruas esburacadas, falta de postos de saúde e vagas nas creches, além de iluminação pública deficiente e outros.

Os problemas são conhecidos, mas a cada quatro anos voltam os políticos prometendo soluções, repetindo discursos e promessas, sendo semelhantes as campanhas, parecendo que combinam o que dizer.

São tantas opções para escolher, pois além daqueles que tentam a reeleição nos mandatos, há muitos políticos que já exerceram mandatos, nos mais diversos cargos eletivos e inúmeros candidatos em primeira tentativa.

Os candidatos parecem todos bem intencionados, com promessas de resolver os problemas das cidades, os que estão nos mandatos dizem suas realizações, enquanto os que querem entrar apontam as deficiências das administrações.

As eleições não empolgam a maioria da população, o que refletirá no número de votos brancos e nulos, além de muitos que não comparecerão, preferindo justificar a ausência ou pagar multa, muitos por medo de uma doença que não tem vacina.

A Covid-19 estará junto às pessoas, circulando nas possíveis filas e aglomerações que podem acontecer, caso não haja cuidados de todos, com uso de máscaras e distância de, no mínimo, dois metros entre as pessoas.

Para escolher os representantes deverá possuir uma caneta para digitar os números na urna eletrônica e apresentar os documentos aos mesários, que conferirão os dados, sendo suspenso o sistema biométrico para identificar os eleitores.

Um ano atípico para o mundo não é o ideal para uma eleição obrigatória, mas como não houve o entendimento dos políticos brasileiros em suspender, acontecerá mais um processo eleitoral, cumprindo um calendário bienal de eleições.

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