Tera-Feira, 06 de Dezembro de 2022 |

Colunista


Conversando sobre o cotidiano


Paulo Franquilin


franquilin.pc@gmail.com


Campanha sem propostas

Passado o primeiro turno das eleições ficaram definidos os nomes de nossos deputados estaduais e federais e de nosso senador, os quais terão a responsabilidade de bem representar o povo gaúcho nos parlamentos brasileiros.

As propostas destes candidatos eleitos são todas genéricas, sem nada específico para a população gaúcha, sendo comum ouvir as mesmas promessas, de sempre, melhorias na saúde, educação, segurança e infraestrutura.

O que o povo gaúcho precisa é de propostas ligadas à realidade de nosso cotidiano, problemas que se arrastam por muito tempo e não tem solução, são apenas lembradas nas horas das campanhas.

As mudanças necessárias, nas legislações federal e estadual, para melhorar vários aspectos da vida das pessoas não foram tratadas nas peças das campanhas, mas são constantemente lembradas pelos eleitores.

Chegamos ao segundo turno quando os eleitores gaúchos escolherão o presidente e o governador que ficarão a frente do Executivo, mas até este momento os candidatos não apresentaram propostas concretas.

O que se vê são acusações diárias apontando os defeitos dos adversários, na busca de levar os eleitores a escolher aquele que tiver menos problemas no seu passado, com algumas discussões inúteis sobre assuntos diversos.

Restam poucos dias de campanha eleitoral e pelo que se observa é que nada mudará, apenas mais a lista de acusações aumenta, com os adversários buscando as falas erradas, os gestos impróprios para usar em grosseiras montagens.

Propostas de mudanças na economia, combate à corrupção, melhorias salariais, condições melhores de atendimento hospitalar, além de estradas, portos e ferrovias que melhorem o escoamento da produção não aparecem nas campanhas.

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