Quinta-Feira, 30 de Março de 2017 |

Colunista


Falando de Segurança


Paulo Franquilin


franquilin.pc@gmail.com


11 de setembro: 15 anos depois

A queda das Torres Gêmeas em Nova Iorque aconteceu a 15 anos, sendo transmitida ao vivo para todo o mundo, pois havia, estranhamente, helicópteros e câmeras posicionadas para colher as imagens da tragédia americana, onde morreram quase três mil pessoas de diversas nacionalidades.
Foi um dia triste para a humanidade, quando um grupo de terroristas tomou dois aviões e, de forma calculada, atingiram as estruturas dos dois prédios que eram símbolo de uma nação líder no mundo ocidental e que atraíam milhares de turistas aos seus topos para verem um cenário deslumbrante da cidade de Nova Iorque.

Eram construções arrojadas, planejadas para resistirem a terremotos e ataques de aviões, cujas estruturas não suportaram os choques de dois aviões e suas sustentações de aço foram enfraquecidas pelo incêndio, caindo em poucas horas, verticalmente, de forma quase idêntica.
Depois dos atentados surgiram diversas hipóteses de que o choque dos aviões não poderia ter derrubado os prédios, nem afetar a estrutura de sustentação das construções, com possiblidade de implosões programadas, visando o recebimento de seguros bilionários.

A destruição de um símbolo americano em 11 de setembro de 2001 deu legitimidade à invasão americana aos países do Oriente Médio para combater o terrorismo, como justificativa de defender o mundo de outros ataques de igual dimensão.

Passados 15 anos ainda existem tropas americanas no Oriente Médio, muitos outros ataques aconteceram, com o medo sempre rondando todas as nações, surgindo um Estado Islâmico com células pelo mundo, dispostos a atacar qualquer país que seja contrário a suas crenças religiosas e pensamento político.

Cabe a dúvida se foi um atentado terrorista ou um plano do governo americano para justificar suas ações bélicas, dando lucro às indústrias de armas e resultando no domínio das reservas de petróleo no Oriente Médio pelas empresas americanas.

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