Segunda-Feira, 25 de Setembro de 2017 |

Colunista


Falando de Segurança


Paulo Franquilin


franquilin.pc@gmail.com


Ano selvagem e do medo

Passado o ano, estamos por encerrar um ciclo de nossas vidas, quando fechamos mais um ano de atividades cotidianas e renovamos esperanças de uma nova realidade após o 31 de dezembro, quando viramos a página do calendário.

2016 não foi um ano fácil de percorrer, por conta do aumento enorme da violência em todos os sentidos de nossa realidade, com todos os índices de criminalidade e de agressividade das pessoas em todos os setores da sociedade.

Além disso, tivemos várias violências contra a população, com queda da economia, aumento do desemprego e cortes em diversos programas governamentais de apoio aos menos favorecidos.
Na política observamos a violência contra as instituições, com uso da máquina pública para o benefício de pessoas e partidos, acabando com o patrimônio público para beneficiar o privado, numa onda de corrupção que se revela maior a cada nova investigação.

Nossas cidades encontram-se abandonadas e com estrutura precária, com novos governos que não apresentam planos para melhorar a vida da maioria da população, somos agredidos por transporte público ruim, esgoto a céu aberto e ruas esburacadas, sem perspectiva de melhora, pois todos governantes alegam crise na economia.

Somos prisioneiros em nossas casas, cercados por grades para não sermos vítimas de violência da violência e da falta da segurança pública, pois os que deveriam proteger-nos foram vítimas da violência do governo que não pagou salários em dia, retirou direitos e não forneceu estrutura para realizarem seu trabalho.

Mas chegamos ao grande dia, 31 de dezembro, marca anual da mudança, onde pedimos a alteração de tudo que nos cerca e melhorias nas nossas vidas, supondo que se conseguirmos viver 2017 com menos violência e sem medo já estaremos bem satisfeitos.

Desejo a todos um excelente novo ano, pedindo que possamos viver melhor, com mais civilidade e educação entre as pessoas, com menos egoísmo e que os governantes equilibrem os orçamentos e cumpram suas atribuições constitucionais na totalidade.

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