Segunda-Feira, 20 de Novembro de 2017 |

Colunista


Falando de Segurança


Paulo Franquilin


franquilin.pc@gmail.com


11 de setembro de 2001. Dois aviões foram lançados contra as Torres Gêmeas, derrubando as duas estruturas de aço e concreto, que pareciam ser feitas de plástico, tal a rapidez com que caíram verticalmente no chão, sem atingir nenhum outro prédio nas redondezas.
Caso caíssem horizontalmente, atingiriam dezenas de outras construções, com o número de mortes superariam, em muito, os quase três mil óbitos registrados.
A falha no sistema de segurança nacional americano foi enorme, havendo mais um avião atingindo o Pentágono e outro caindo na Pensilvânia, que teria como destino o Capitólio, em Washington, mas devido à resistência dos passageiros não chegou à capital americana.
O que chama a atenção para quem viu os atentados ao vivo, pela televisão, foram os vários helicópteros posicionados filmando, de diversos ângulos os aviões chegando às Torres Gêmeas, outras imagens, feitas do chão, mostraram o exato momento dos choques, lembrando em muito os filmes catástrofe feitos pelo cinema americano.
Do Pentágono, centro militar de defesa dos Estados Unidos, não existe imagens imediatas, apenas posteriores, que não mostram o avião atingindo o prédio, como se a aeronave desintegrasse ao chocar-se contra o alvo.
Passados doze anos de tudo isto, já houve a invasão do Iraque e do Afeganistão, morte dos líderes terroristas e milhares de mortos civis e militares nos confrontos. Nenhum outro ataque com tal intensidade foi realizado, parecendo a quem observa de longe, que tudo aconteceu porque deixaram, era necessário naquele momento um motivo para a invasão dos países árabes por tropas americanas.
Fala-se em invadir a Síria, por utilização de armas químicas pelos seus governantes, lembrando em muito os motivos da invasão do Iraque, em 2003, quando se afirmou que estavam produzindo armas para destruição em massa naquele país, fato até hoje não comprovado.
Desde 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos intensificaram sua postura bélica, envolveram-se em inúmeras guerras ao redor do mundo, sempre pretextando combate ao terrorismo, além de lançarem mão da utilização da espionagem doméstica e em outros países para descobrir ameaças contra a segurança nacional, baseados no Patriot Act, regramentos legais dando poderes extraordinários ao sistema de proteção da nação americana, podendo vasculhar o mundo em busca dos inimigos.
Espionagem sempre foi executada pelos governos, filmes falando sobre este tema são comuns. Histórias de monitoramentos de líderes, por agências de informações, criptografia de mensagens, escutas telefônicas, microfones em veículos, salas e prédios, tudo já foi mostrado nos filmes.
Divulgado agora o acompanhamento das ligações e conexões da presidente Dilma e seus assessores, além de informações da Petrobrás, lembra muito os hackers hollywoodianos, sejam eles governamentais ou ilegais. Tudo já aconteceu nas telas e agora acontece na vida ou vice-versa.

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