Terça-Feira, 19 de Setembro de 2017 |

Colunista


Falando de Segurança


Paulo Franquilin


franquilin.pc@gmail.com


Futebol e Economia
O Brasil é o país do futebol e terá uma Copa do Mundo em 2014, com a construção ou reforma de 12 estádios para receberem os jogos da competição e ainda teremos a realização de obras de infra-estrutura para receber os milhões de turistas que virão para o evento que movimentará a economia brasileira no próximo ano.
Para tudo isto acontecer milhares de empregos foram criados e serão ainda para que tudo funcione. Sem sabermos o que ficará após o término da competição, mas todo o fluxo de turismo vai gerar uma movimentação na economia nacional.
Teremos ainda vários campeonatos regionais, nacionais e continentais em disputa durante o ano de 2014, com centenas de jogos e muitos jogadores envolvidos.
Estes são admirados pelas torcidas, exaltados ou criticados. Comentários sobre o salário dos jogadores são normais no cotidiano, apesar de nada influenciarem na rotina dos torcedores que vivem suas vidas em busca do mínimo para sobreviverem.
Mas ouço, diariamente, os comentários a respeito do salário dos jogadores de futebol e treinadores, quando a imprensa noticia, com naturalidade, fulano está ganhando “apenas” 50 mil reais por mês, com a bola que joga deveria ganhar 300 mil reais, ou então falam que um técnico com salário de “apenas” 150 mil reais, só renova se receber o dobro ou então vai embora.
Um absurdo é que quem discute e fala isto demoraria anos para receber o que o jogador ou o técnico recebem num mês, assim como os milhares de jogadores que recebem salários insignificantes ou jogam por alimentação e hospedagem, não raras vezes, com muito mais empenho e dedicação que os famosos e milionários.
Sem problemas, afinal cabe a nós continuar sonhando com o hexacampeonato e torcendo pelo time do nosso coração.

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