Segunda-Feira, 16 de Outubro de 2017 |

Colunista


Falando de Segurança


Paulo Franquilin


franquilin.pc@gmail.com

(Foto: )


O surgimento do Ebola na África remete às grandes epidemias que já assolaram nosso mundo. Vírus desenvolvem-se em grande número diariamente e espalham-se sem controle, alguns de nós adaptam-se e não são contaminados, porém não há como saber onde encontrar uma vacina para esta nova doença.
No passado não havia tantas vacinas que criam uma infinidade de anticorpos para evitar que diversas doenças ataquem nossa população, porém com o progresso da indústria farmacêutica temos uma enorme gama de produtos para nos defender das doenças.
Porém a automedicação, aliada ao desconhecimento dos efeitos colaterais de cada remédio acabam prejudicando nossa saúde, ao invés de curar, muitas vezes temos em contrapartida uma nova doença em nossos organismos.
Somos frágeis diante de um vírus potente como o Ebola que se alastra pela África, espalhando-se pelo ar, atingindo novas vítimas sem nenhum tipo de controle, médicos estão se voluntariando para trabalhar naqueles locais, tentando salvar vidas, mesmo com a exposição ao vírus.
Muitos já voltaram aos seus países, alguns contaminados e trazendo o vírus para outros continentes, portanto quando vemos filmes catastróficos falando de extinção de populações inteiras devemos atentar que tudo pode ser baseado em fatos reais e que acontecem sem que possamos fazer nada.
O ser humano é um animal indefeso perante pequenas células que se alojam dentro dele e destroem a saúde, não sabemos o que está no ar, na água, nos alimentos que comemos, ingerimos tantos produtos sintéticos que nosso organismo passa a ser uma presa fácil aos vírus que estão no ar.
Ebola, AIDS, gripe A, dengue e tantas outras estão matando muitas pessoas, portanto precisamos estar atentos a qualquer sinal de desconforto, febre, abatimento e procurar um médico e não ir até a farmácia e pedir um remédio que um vizinho tomou.
Cada organismo é diferente, não somos iguais, cada um tem seu sistema imunológico, não há uma receita universal, portanto não deixem de procurar atendimento, sejam prudentes e atentos a qualquer alteração na saúde.

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