Segunda-Feira, 16 de Outubro de 2017 |

Colunista


Falando de Segurança


Paulo Franquilin


franquilin.pc@gmail.com


A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida – SIDA – que é mundialmente conhecida como AIDS, é uma doença transmitida através da relação sexual sem uso de preservativos, na transfusão de sangue contaminado pelo vírus, no uso de agulhas compartilhadas com pessoas portadoras ou de mãe para filho, durante a gravidez, no parto ou na amamentação.
É uma doença que pode se manifestar como uma gripe e depois progredir para outros sintomas, que vão modificando a estrutura do infectado, que acaba sendo contaminado por outros vírus, bactérias ou fungos, pois há um decréscimo das defesas naturais do organismo.
O ato sexual sem preservativo é a maior fonte de contaminação, sendo potencializada caso haja outras doença sexualmente transmissíveis presentes, ou feridas nas partes genitais ou na boca. Qualquer ferida, por menor que seja, com rompimento de vasos é um espaço de entrada para o vírus no organismo.
Na questão do sangue contaminado somente haverá contaminação se houver a mistura com o sangue com outros fluídos, pois o vírus necessita entrar no sistema imunológico para acabar com as defesas naturais do indivíduo. Uso de seringas, instrumentos e aparelhos não esterilizados é outra forma de contaminação, portanto qualquer instrumento que perfure a pele ou rompa vasos sanguíneos é um caminho para a entrada do vírus.
E um dos meios que poderia ser facilmente prevenido, a gravidez, tem enormes riscos para as crianças que já nascem com o vírus, recebendo direto da mãe, seja na gravidez ou durante o parto e aquelas que nascem saudáveis, mas são contaminadas na amamentação, ou seja, caberia aos casais evitar este ciclo, usando preservativos ou anticoncepcionais.
Usar preservativo é a melhor maneira de prevenir, depois evitar uso de objetos contaminados com sangue infectado e ainda, pessoas que já estejam com a doença, evitarem a gravidez. Se tivermos consciência de que a AIDS é uma doença silenciosa, ligada ao sexo e que não tem como ser identificada sem exames clínicos, cabe a cada um cuidar de si mesmo, evitando práticas que possam contaminar por um vírus, que apesar de todo o progresso da medicina, ainda não tem cura, apenas paliativos para o prolongamento da vida com a doença.

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