Quarta-Feira, 26 de Julho de 2017 |

Colunista


Falando de Segurança


Paulo Franquilin


franquilin.pc@gmail.com


Segundo o calendário maia neste mês o munda caba, pois estaremos passando para um novo ciclo no planeta, tudo parece que contribui para crermos no fim do mundo, tantas profecias, apocalipse, tragédias, terremotos, maremotos, tsunamis, meteoros, explosões nucleares, guerras mundiais, desentendimentos entre os seres humanos.
Mas afinal o mundo não acaba diariamente para tantos seres, quantas vidas terminam, sem constar em nenhuma profecia, a vida humana tem um prazo para acabar, cada um com sua existência, com seu caminho, seu passar nesta terra.
Muitos estão preocupados, atentos aos menores movimentos, às notícias diárias, acompanhando toda novidade que se refira ao assunto, sem perceber que tudo é direcionado para que acreditemos naquilo que selecionarem para ir para os noticiários, somos condicionados a acreditar no que nos mostram, levados a discutir tantos assuntos que não nos dizem nenhum respeito e que não vão afetar nosso viver.
Consumimos o que nos é mostrado, atendendo a necessidades que não nos são necessárias, esquecendo do básico para viver: saúde, educação e segurança, ou mais simples ainda: comer, beber e conviver com as outras pessoas em harmonia.
Porém continuemos preocupados, pode ser que nos próximos dias qualquer coisa, da mais insignificante a mais complexa, não seja mais importante, afinal o mundo pode acabar logo ali, segundo os maias, para os quais realmente o mundo acabou pela matança generalizada do invasor espanhol, há muito tempo atrás.
Penso que uma nova forma de acabar o mundo diariamente seja fazer as pessoas acreditarem que, para serem felizes, precisam possuir tantas quinquilharias inúteis, muitas vezes vindo a cometer barbáries para adquiri-las, inclusive tirando vidas de inocentes, para quem, repentinamente, o mundo acaba de forma violenta.


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