Terça-Feira, 28 de Março de 2017 |

Colunista


Falando de Segurança


Paulo Franquilin


franquilin.pc@gmail.com


Cuidado com os mosquitos!

As doenças são transmitidas para os seres humanos das mais diversas formas, pelo contato entre infectados, através do ar, sangue ou produtos contaminados e também por animais e insetos, numa variante de possibilidades infinitas para a transmissão dos agentes das diversas doenças.

O componente genético também está presente na transmissão, quando há transferência para os descendentes da pré-disposição para determinada doença presente nos familiares.

Os cuidados com higiene pessoal, aliados a uma alimentação saudável e atividades físicas fazem com que o corpo humano consiga, naturalmente, combater as ameaças à sua saúde, porém com o aparecimento de novos vírus e bactérias mais resistentes, houve a necessidade de desenvolvimento de remédios e vacinas para evitar a proliferação de diversas doenças.

A realidade de grande parcela da população não permite a vida saudável, pela ausência, em muitos casos, da água para as necessidades básicas, dietas com uma alimentação totalmente nociva à saúde, enquanto que a atividade física não é um hábito de nossa população, majoritariamente, sedentária.

As campanhas governamentais voltadas à prevenção sempre focam em um problema específico, conforme determinada doença evidencia-se, com ações para vacinação, noções de prevenção e orientações para evitar o contágio e combate aos animais transmissores de diversos vírus e bactérias.

Agora temos um tipo de mosquito, que transmite três doenças diferentes, sendo combatido pelo poder público, com ações em todos os níveis da administração, para evitar a proliferação das doenças na população.

As ações simples adotadas por cada indivíduo terão repercussão para todos, portanto devemos evitar qualquer acúmulo de água parada em nossas residências, denunciar espaços públicos onde isso ocorra e repassar as orientações ao maior número de pessoas.

A possibilidade de mulheres grávidas gerarem crianças com microcefalia, por relação com uma das doenças, também merece atenção, mesmo que isso ainda precise ser comprovado cientificamente.

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