Sbado, 15 de Agosto de 2020 |

Colunista


Tradição e Cultura


Valdemar Engroff


gaucho.valdemar@pop.com.br


CTG Gildo de Freitas

O CTG Gildo de Freitas realiza no dia 26 de abril, adequado às regras do isolamento, em tempos de pandemina do Coronavirus a venda do “kit Gaudério” (meio galeto, massas com molhos e saladas), que será entregue diretamente nos veículos, no estacionamento do CTG. A elaboração deste almoço seguirá todas as normas sanitárias e do distanciamento social. Encomendas com antecedência pelo Waths (51) 991.126.252. O valor do kit é de R$ 30,00. Também está disponível o serviço de tele entrega para o bairro Rubem Berta e até a Parada 48 em Alvorada, a uma taxa de R$ 5,00. O CTG fica na Av. Gamal Abdel Nasser, 340, no Parque dos Maias, em Porto Alegre.

Tradicionalistas se solidarizam em mais um grande incêndio

Seguindo a Carta de Princípios do Movimento Tradicionalista Gaúcho, no seu Artigo 1º “Auxiliar o Estado na solução dos seus problemas fundamentais e na conquista do bem coletivo”, entidades tradicionalistas locais se mobilizaram e abriram seus galpões na última terça-feira (feriado nacional), com o apoio e amparo da Subcoordenadoria local, para receber doações das mais diversas para ajudar as dez famílias da Rua Osório, no Jardim Aparecida, que no último domingo perderam suas casas em grande incêndio.

Os dez maiores gaiteiros da gaita-ponto (2)

Nesta edição vamos dar continuidade, abordando um assunto que mexe com os tradicionalistas, neste recesso forçado pela pandemia do Coronavirus. A enquete foi feita pelo meu amigo Léo Ribeiro de Souza, no seu sítio, com a participação de tradicionalistas e seguidores e é apenas um registro em ordem alfabética, formado por muitas opiniões (todos os participantes da enquete. Então vamos:

3 – Edilberto Bérgamo – o festivaleiro. É natural de São Gabriel. Músico, arranjador e compositor iniciou sua carreira artística profissionalmente aos quatorze anos com o grupo musical Minuano, do estado do Paraná. De volta ao Rio Grande do Sul, começou a participar de festivais nativistas onde, atualmente, é nome consagrado, tendo conquistado várias premiações como instrumentista, arranjador, compositor e intérprete. Foi músico e arranjador de grandes artistas como Luiz Marenco, Cesar Oliveira e Rogério Melo e Jari Terres. Em 1999, junto com João Marcos “Negrinho” Martins, Egbert Parada, Luiz Clóvis Girard e Gustavo Teixeira fundou o grupo Alma Musiqueira, gravando os CDS Coplas Terra Morena e Pampiana de Fé. Seguem o mesmo estilo e poderiam tranqüilamente também serem escolhidos, nomes como Leonel Gomes, Ricardo Martins, Tiago Quadros, Thiago Abib, Nielsen Santos, Marcelinho Nunes, Raone, Fabiano Torres, Wagner Guadanin, João Vicente, Sadi Cardoso, Robison Boeira e outros.
4 – Gaúcho da Fronteira – o doble chapa. É um dos artistas mais conhecidos fora do Rio Grande do Sul. Natural de Santana do Livramento, na divisa com o Uruguai, tornou-se muito popular interpretando composições por vezes jocosas, mas muito alegres e autênticas. Representa uma gama de acordeonistas da Velha Cepa Crioula onde qualquer um poderia, também, ser o representante pois são nomes consagrados dentro da musicalidade gaúcha. Tais como: Adair de Freitas, Nelson Cardoso, Mano Lima, Xiru Missioneiro, Tio Nanato, João Campeiro, Moreno Martins, Helmo de Freitas, Bagre Fagundes, Eurides Nunes, Telmo de Lima Freitas, Ivan Taborda, Xiru Pereira, José Melo e outros. Fonte! Blog do Léo Ribeiro de Souza – www.blogdoleoribeiro.blogspot.com.

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