Tera-Feira, 06 de Dezembro de 2022 |

Colunista


Tradição e Cultura


Valdemar Engroff


gaucho.valdemar@pop.com.br


PRIMEIRO CTG DO MUNDO

O 35 CTG programou para o dia 08 de janeiro do ano vindouro, um grande baile que será no dia 08, tendo na animação o grupo Os Gaúchos Lá de Fora. Valor do ingresso por apenas R$ 25,00 por pessoa e mesa para quatro pessoas por apenas R$ 20,00. Informações com o meu amigo Caio pelo fone waths (51) 984.433.262. O 35 CTG fica na Av. Ipiranga, 5300, em Porto Alegre.

VITÓRIA DO BOM SENSO

Por 29 votos a 25, a assembleia do Departamento dos Narradores do MTG rejeitou proposta de voltar a proibir que seus integrantes trabalhem para rodeios de entidades não filiadas ao movimento! A restrição tinha sido derrubada na gestão Ricardo Favin mas o atual diretor Flávio Marcolin defendia a sua volta. E tinha provocado uma série de punições na gestão Savaris, agora de volta no comando do MTG. Parabéns aos narradores Gustavo Curtinaz, Lucas Peres e Éder Azeredo, que tiveram coragem de expor suas opiniões na assembleia. A fonte deste chasque, de autoria do meu amigo Giovani Grizotti, publicado no seu sítio Facebook no dia 28 de dezembro de 2021.

RUÍNAS ARQUEOLÓGICAS DE SAN NICOLÁS

San Nicolás, em português São Nicolau, foi a primeira redução missioneira do Rio Grande do Sul, fundada em 3 de maio de 1626 pelo padre Roque Gonzáles, no hoje município de mesmo nome. Com a invasão dos bandeirantes em 1638, os índios migraram para a margem à direita do rio Uruguai. Foi refundada em 1687 próximo ao antigo local.

San Nicolás foi uma redução de elevado índice de desenvolvimento cultural. Seu povo se desenvolveu na religião, música, cantos, dança, teatro, desenhos, pinturas e esculturas; os melhores escultores das Missões estavam nesta redução. Aqui também foi desenvolvida uma fábrica de telhas de barro, que se utilizavam das coxas dos índios como molde para produzi-las. Em 1732 chegou a possuir 7.512 habitantes. Chasque publicado no sítio Facebook Marcos do Pampa, no dia 22 de dezembro de 2021.

SÍTIO ARQUEOLÓGICO DE SÃO LOURENÇO

Era 1690 quando o Padre Bernardo De La Veja fundou a Redução de São Lourenço Mártir. Da Redução de Santa Maria Maior, lá na Argentina, ele trouxe 3512 índios. Já no começo, 823 famílias formaram o quinto povoado missioneiro no Rio Grande do Sul. A redução tinha a praça ao centro e a igreja como principal construção. As poucas paredes ainda intactas dão a dimensão da grandiosidade do templo religioso. Um prédio com aproximadamente 80 metros de comprimento e 40 de largura. Tão grande quanto o tamanho, era a riqueza do local. No livro “Bens e Riquezas das Missões”, foram traduzidos os inventários dos sete povos.

A obra relata que a igreja tinha cinco altares dourados e inúmeros objetos de ouro, prata e bronze. Aqui, mais uma vez, o que chama a atenção é a perfeição das pedras. Esculpidas de forma artesanal, grande parte intacta desde a época em que os índios habitaram esta terra. O local chegou a ter quase 7 mil índios, uma das maiores reduções. Tudo numa série de construções tão bem planejadas que hoje ainda deixam dúvidas entre a população. Histórias como as de túneis subterrâneos que ligavam uma redução à outra. O que nada mais eram do que espaços embaixo da terra para guardar vinhos e alimentos. Fonte! Portal das Missões – www.portaldasmissoes.com.br.

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