Domingo, 23 de Abril de 2017 |

Colunista


Tradição e Cultura


Valdemar Engroff


gaucho.valdemar@pop.com.br


Papai Noel de Bombachas?

Para muitas pessoas, a figura do Papai Noel, da forma como está, não precisaria existir. De bombachas, guaiaca, lenço e chapéu, então, como querem fazer por aí em alguns Natais Gaúchos, pior ainda.

Na Argentina já existe um movimento para “destronar” o bom velhinho, tudo em face de que o bonachão de vermelho tornou-se mais conhecido do que o próprio menino Jesus, que deveria ser a figura central do natal.

E aí é que está o perigo. O mercantilismo, o comércio, superaram o espírito que deveria predominar em 25 de dezembro. O dia de alegria, de reflexão, de fraternidade, deu lugar à troca de presentes.
Mas voltemos ao Papai Noel de bombachas. Temos que vivenciar o natal de acordo com nossas tradições cristãs e familiares, cultuando o presépio, os cânticos, as orações e a real representatividade que a data significa. Nada mais além disto.

No entanto, admitindo e respeitando a figura do Papai Noel, devemos entender que ele não é “cria” nossa, não pertence ao nosso clima, região e cultura. Agauchar o Papai Noel é colocar nossos costumes num corpo alheio, estranho. Estaríamos desmistificando um personagem que, embora universal, foi criado a partir de seu ambiente e com seus propósitos.

Com simplicidade, esperança e união, façamos desta data o que ela requer. Na humildade de uma manjedoura, na riqueza da presença de amigos e familiares. Chasque de Léo Ribeiro de Souza

Socorro ao CTG Sovéu de Ouro

Ainda estamos consternados com o ocorrido com o nosso galpão, onde perdemos tudo. Está tudo destruído. E neste momento, estamos aqui diante de uma cena muito triste! Precisaremos da ajuda de nossos companheiros da mesma causa. Quem puder nos ajudar, por favor, com qualquer valor, qualquer material, qualquer mão de obra será muito bem vinda. Deixo a conta do nosso CTG: Banco BANRISUL - AG 0570. C/C 060582730-1. Este é um chasque do CTG Sovéu de Ouro, de Nova Santa Rita, de 18 de dezembro de 2015. Segundo se sabe, a destruição aconteceu em menos de cinco minutos de tempestade.

Registramos também que o Grupo Marca de Campo está em tratativas para dar uma mão ao CTG, e está programando um fandango para angariar fundos para a reconstrução da entidade.

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