Domingo, 29 de Novembro de 2020 |

Keven Bonho precisa de R$ 100 mil para tratar de câncer agressivo na cabeça

Alvoradense lançou campanha de arrecadação para poder pagar pelo tratamento

Por Redação em 06 de Novembro de 2020

"Até o momento já foram arrecadados com a vakinha pouco mais de R$ 40 mil e a meta é de R$ 100 mil" (Foto: Arquivo Pessoal)


Keven Bonho tem 20 anos de idade e mora no Bairro Maringá. Ele é um jovem alvoradense que nem muitos que estão lendo essa reportagem. A diferença é que, apesar de novo, ele está lutando pela sua vida contra um câncer agressivo. Desde o dia 15 de maio, quando foi diagnosticado, já foram confirmados 15 tumores em seu cérebro – metástases de melanoma.

Quem desenvolveu a vakinha (http://vaka.me/1462999) foi sua mãe, Juliana Bonho. Ela conta que buscou essa alternativa porque corre contra o tempo e que seu filho corre por um tratamento rápido. Desde o dia 15 de maio, quando foi diagnosticado com quatro tumores no cérebro e um no pescoço podendo vir a óbito a qualquer momento ele já realizou duas cirurgias abertas para remoção de três tumores.

Quando ela soube da doença, o impacto foi imediato. “O sentimento foi de incapacidade total de uma mãe que sempre trabalhou para sustentar seus filhos sozinha e nunca lhe deixou faltar nada. Porém de mãos atadas para este valor absurdo ???? Que se o governo não fornecer De onde vou tirar 58 mil mensal para dar uma sobrevida para o meu filho”, desabafa a mãe.

A ideia da Vakinha veio de quando surgiu depois que a mãe saiu do consultório e a doutora falou que Keven não havia passado pela pesquisa da imunoterapia e que a única coisa que iria dar uma sobrevida para o jovem seria a Terapia-alvo. “Imediatamente enviei uma mensagem para a minha nora Veridiana e disse que precisávamos criar a vakinha online urgente e divulgar mundo a fora”, salienta Juliana.

Conforme ela explica, esse é um câncer melanoma metastático de quarto grau. Isso significa que ele pode fazer diversas cirurgias e, mesmo assim, podem surgir novos tumores. Segundo os médicos relataram para a família, esse é um câncer que para medicina não existe cura e sim um tratamento que pode controlar a doença e prolongar mais a vida dele.

Esse tratamento é conhecido como imunoterapia e, segundo Juliana, é muito caro e a família não tem condições de arcar com os gastos. Por isso foi pensada na vakinha. “Não temos tempo para esperar. Esse é o único tratamento que faz esse câncer seja controlado para meu filho viver e ter uma qualidade de vida melhor. Senão fosse realmente necessário não estaria pedindo ajuda”, relata a mãe na página de doações.

Até o momento já foram arrecadados com a vakinha pouco mais de R$ 40 mil e a meta é de R$ 100 mil. Além disso, também estão sendo realizados pedágios solidários, doações diretas, rifas, caixinhas em comércios e eventos solidários. Contudo, ainda falta bastante para que a meta seja alcançada. Com os pouco mais de R$ 50 mil – somados todos os recursos – não há o suficiente para pagar o início do tratamento.

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