Sexta-Feira, 07 de Outubro de 2022 |

Alvoradenses estão em Belo Horizonte para participar do FIQ 2022

Denílson Reis, Pablito Aguiar e Paulo Kobielski fazem parte do evento

Por Redação em 05 de Agosto de 2022

"O FIQ acontece entre os dias 03 e 07 de agosto, no Minascentro, e conta com alvoradenses na programação" (Foto: Divulgação)


A Prefeitura de Belo Horizonte, em parceria com o Instituto Lumiar, realiza a 11ª Edição do Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte – FIQ BH, que acontece de 03 a 07 de agosto, no Minascentro. A programação é extensa e totalmente gratuita, com atividades para jovens, adultos, crianças e profissionais do setor, e reafirma a relevância do FIQ BH como o maior evento latino-americano dedicado ao gênero.

O município de Alvorada estará representando na programação oficial e no espaço dos artistas. Na programação estará Pablito Aguiar. Na quinta-feira, 04/08, ele esteve no painel 'Entrevistas e Aventuras'. Já no sábado, 06/08, o artista participa de um debate sobre o combate as fake news e, no domingo, 07/08, no dia em que encerra o evento, ele participa do painel 'Trabalhadoras e trabalhadores nos quadrinhos'.

Em entrevista, ele conta estar muito animado em poder ver tantas pessoas legais dos quadrinhos e acredita que isso será muito inspirador. "Estou muito honrado com esse convite. É um grande reconhecimento do meu trabalho ser convidado para um dos principais eventos de quadrinhos do Brasil”, afirma Pablito, que estará com o livro ‘Alvorada em Quadrinhos’ no evento.

Já na Mesa 52 estará o Coletivo Alvoradense de Quadrinhos (CAQ), com os professores e fanzineiros Denílson Reis e Paulo Kobielski. Os artistas estarão com exemplares dos fanzines Mundo Gibi Nº 4 e 5; Vigilante Rodoviário, Capitão Nº 7, Fantasma Nº 01, 02, 03 e 04, e o Zinebook Tchê Volume 1. Eles devem ficar neste espaço durante os cinco dias de programação.

Para Reis, o sentimento é de muita alegria em participar de um festival que congrega uma grande quantidade de autores que não se reúnem há bastante tempo – devido a pandemia de Covid-19. “Expectativa de trocar experiência com velhos parceiros de quadrinhos, conquistar mais apreciadores das minhas publicações e interagir com um público novo”, relata o alvoradense.

Já Kobielski afirma que estar no FIQ sempre é emocionante e, por causa disso, suas expectativas são altas. Isso Porque ele acredita ser importante estar lá e mostrar o trabalho feito para o grande público. “Muito feliz em retornar a esse evento, onde já estivemos por vezes. O FIQ tem uma atmosfera que nenhum outro vento tem, uma integração dos artistas. Isso não tem preço”, justifica o professor.

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