Sexta-Feira, 07 de Outubro de 2022 |

Filmes d'A Semana

Crítica de Star Wars – O Despertar da Força

Por Redação em 19 de Agosto de 2022

"Filmes d'A Semana" (Foto: Divulgação)


Chegamos na terceira trilogia. A trilogia mais recente do universo de Star Wars. Aquela que fez com que muitos voltassem a se empolgar com este universo – e instigou a curiosidade em que nunca tinha visto – tão rico. Estou falando do Episódio VII desta franquia, intitulado ‘Star Wars – O Despertar da Força’, que chegou aos cinemas em 2015 e está disponível no streaming da Disney.

Décadas após a queda de Darth Vader e do Império, surge uma ameaça: a Primeira Ordem, uma organização que busca minar a República e que tem Kylo Ren, Hux e Snoke como expoentes. Eles conseguem capturar Poe Dameron, um dos pilotos da Resistência, que antes de ser preso envia através do robô BB-8 o mapa de onde vive Luke Skywalker. Ao fugir pelo deserto, BB-8 encontra a Rey, que vive sozinha catando destroços de naves.

Apesar de avisos de fãs de que esta trilogia não é tão boa quanto as demais, preciso deixar claro que me empolguei com o que assisti. O filme cumpre o seu papel de divertir e, de certa forma, até apresentar este universo para uma nova geração. Além disso, ele também atinge o seu objetivo de prestar homenagens e trazer referências do que foi feito nos seis filmes anteriores.

Temos o retorno de atores – e personagens – importantes das sagas originais. Isso sem falar de locais e até veículos emblemáticos sendo reapresentados. Acredito que está tenho sido uma estratégia acertada: agradar os antigos fãs enquanto tenta consolidar novos. Isso porque essas referências são muito legais para quem assistiu aos filmes antigos, mas não prejudica a experiência de quem não as tem.

Contudo, a franquia não tem só motivos para ser elogiada. Existe um ponto que pode irritar muito alguns fãs e está relacionado a Kylo Ren. Não quero adentrar em spoilers sobre o personagem, mas ele tem um histórico relacionado a personagens das sagas anteriores e vê-lo do jeito que foi construído é algo que desagrada. Primeiro pela falta de carisma e segundo por uma falta de continuidade com o seu ancestral.

Não tem como não se empolgar e não querer ver mais do que se aproxima. O material que se tem é de muito potencial e a expectativa é de que os próximos dois filmes – sem contar os spin-off e as séries – entreguem muito mais profundidade para este universo. Lembrando que tudo isso que cito aqui está disponível no serviço de streaming da Disney para quem quiser assistir, rever ou se aprofundar neste mundo.

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Maior que o Mundo: Kbeto, um escritor que sofre de bloqueio criativo e vive atrás de inspiração para escrever seu segundo romance e acabar com a fama de autor de um sucesso só. Ele procura inspirações na vida boêmia, até que certa noite ele encontra um diário numa caçamba. Ele transcreve e publica o que lê, mas quando o autor da história aparece, ele tem que lidar com a vontade do autor do diário de puxar o gatilho.

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