Quarta-Feira, 23 de Agosto de 2017 |

Ser Alvorada viaja até Guaporé para manter a boa fase

Após mais uma vitória, time vai atrás de um bom resultado fora de casa

Por Redação em 21 de Julho de 2017

"Com dois gols, Ragner foi o destaque do jogo contra a ACBF" (Foto: Lucas Freitas)


Neste sábado, 22/07, às 20 horas, o Ser Alvorada volta à quadra para a décima terceira rodada da Série Prata. Desta vez fora de casa, o clube viaja até Guaporé para enfrentar a Agremiação Guaporense de Esportes (AGE), que está em quarto lugar na classificação, com cinco pontos na frente do time alvoradense. Caso vença, o Ser Alvorada pode chegar à sexta colocação e ficar a apenas dois pontos do AGE.

Além de Iarley, que segue lesionado, o treinador Fabiano Ventura também terá os desfalques de Cristiano e Ragner, suspensos pelo terceiro cartão amarelo. Segundo o técnico do Ser Alvorada, o jogo contra a AGE será bastante complicado, tendo em vista que o clube está postulando as primeiras colocações e que jogará em casa. Entretanto, Ventura ressaltou que vai trabalhar duro para voltar da região central do Estado com um bom resultado.

“Vamos trabalhar um pouco mais a nossa finalização, o nosso sistema de marcação e as saídas rápidas de contra ataque. A expectativa e que façamos uma grande partida (em Guaporé) e que possamos trazer, pelo menos, um ponto para o Ser Alvorada”, confirma Ventura.

Ragner é o nome da partida

No confronto deste sábado. 15/07, contra a ACBF Cerro Branco, o Ser Alvorada não tomou conhecimento e venceu a partida por 8 a 3. No jogo que marcou a estreia de Dodô, o time alvoradense somou mais três pontos e se distanciou de vez da zona do rebaixamento, se firmando no sétimo lugar, quatro pontos na frente do décimo primeiro lugar.

Com gols de Marciel, Ragner (2x), Guga, Thauan (2x), Garrati e Gueto, o clube chegou a quarta vitória consecutiva na Série Prata. Para Ventura, o diferencial foi conseguir identificar o estilo de jogo da ACBF ainda na primeira metade do tempo inicial e assim, com a entrada de Ragner e a mudança de esquema, conquistar a vitória.

“Eles têm como características a marcação forte na linha dos dez metros e gostam de jogar por uma bola só, tanto que marcaram dois gols em duas jogadas. Quando notamos isso, eu coloquei o Ragner de pivô e tirei um dos alas, mudando o esquema de jogo. O Ragner dificultou muito a movimentação do fixo deles e isso fez com que o resultado aparecesse. Com certeza a boa atuação do nosso pivô foi determinante para o resultado final”, afirma o treinador.

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