Sbado, 08 de Agosto de 2020 |

Angélica Quina assume cadeira no Legislativo por 15 dias

Em sessão realizada por videoconferência, a Câmara de Vereadores recebeu...

Por Redação em 31 de Julho de 2020

"Angélica deve permanecer no cargo por 15 dias e já teve protocolado um projeto de lei que deve ser votado na próxima semana" (Foto: Divulgação)


Em sessão realizada por videoconferência, a Câmara de Vereadores recebeu uma nova parlamentar. Trata-se de Angélica Quina (PSD), que assumirá pelos próximos 15 dias a cadeira de Reginaldo Rocha (PSB), que pediu licença por motivos particulares. Essa é a primeira vez que a suplente assume a cadeira. Cabe ressaltar que, nas eleições de 2016, ela foi eleita primeira suplente pelo PSB, mas hoje não faz mais parte do partido.

Na janela eleitoral, Angélica Quina migrou do PSB para o PSD, partido do presidente Juliano Marinho (PSD). Em sua fala, o presidente parabenizou a política pela posse e ressaltou o aumento de mulheres dentro do Legislativo e da bancada do PSD, que pelos próximos dias contará com três vereadores. Além dos dois já citados, Arlindo Slayfer (PSD), também faz parte da sigla.

Em sua fala, a vereadora falou da importância do vereador nesse momento de coronavírus. “Estamos em um momento bem complicado, vivendo em uma pandemia. Ações e medidas precisam ser tomadas e não é fácil decidir. Contudo, é necessário destacar a necessidade de servir e trabalhar em favor da nossa cidade. Isso é uma grande responsabilidade”, salienta Angélica.

Projeto aprovado

Além da posse de Angélica, também foi apresentado e votado o projeto de lei de autoria do presidente Juliano Marinho que autoriza a Prefeitura a utilizar os recursos do Programa Nacional de Educação (PNA) para fornecer vouchers para os responsáveis dos alunos da rede municipal de ensino e escolas conveniadas, para a aquisição de gêneros alimentícios, de produtos de limpeza, higiene pessoal e gás de cozinha.

O projeto de lei prioriza os alunos das famílias beneficiárias do Bolsa Família e projetos sociais do Governo Federal, mas garante o atendimento a todas as famílias da rede municipal de ensino enquanto durar o período de calamidade ou emergência. Também fica estabelecido que essa lei valerá para todos os próximos casos de pandemia ou calamidade pública em Alvorada.

Para o autor do projeto, a lei garantirá a alimentação não só para os alunos, mas também para as famílias em situação de vulnerabilidade. “Muitas famílias passam fome, enquanto alimentos apodrecem dentro das escolas. A distribuição de marmitas como funciona hoje é uma boa ideia, mas insuficiente. E muitos não tem condições de ir diariamente até a escola buscar a marmita”, concluiu Marinho.

COMENTÁRIOS ( )