Sexta-Feira, 07 de Outubro de 2022 |

Câmara de Vereadores aprova a contratação emergencial de 23 médicos para o município

Projeto entrou na pauta em regime de urgência e foi aprovado pelo Legislativo

Por Redação em 05 de Agosto de 2022

"Os projetos aprovados pelo Legislativo tiveram aceite unânime" (Foto: Guilherme Wunder)


A Prefeitura enviou para a Câmara de Vereadores – em regime de urgência – o projeto de Lei Nº 051/2022, que trata da contratação emergencial de 23 médicos para atendimento na Secretaria de Saúde (SMS). Serão nove médicos-gerais comunitários, cinco médicos-clínicos, três médicos gineco-obstetras, três médicos pediatras e, com aprovação de emenda do Legislativo, foi incluída a contratação de um neuropediatra.

Um dos parlamentares que fez o uso da tribuna foi o vereador Marquinhos (MDB), que fez elogios ao projeto. “A falta de médicos é uma carência que assola o estado e estamos com muitas dificuldades de contratar médicos. Parabenizo os vereadores pela luta pelo neuropediatra. A gente tem dificuldades na contratação até pelo hospital pagar mais e isso nos prejudica na contratação”, pondera o emedebista.

Projetos na ordem do dia

Haviam três projetos na ordem do dia. O primeiro deles, de autoria do presidente da Câmara, Cristiano Schumacher (PTB), tratava do programa de enfrentamento a fake News (notícias falsas). Contudo, o projeto foi retirado de pauta pelo proponente. Como justificativa, o petebista informou que outros vereadores querem contribuir com a proposta e, por causa disso, ele foi retirado e deve retornar na próxima semana.

Já o vereador Elias Fernandes (PSB) apresentou o projeto de lei que estabelece no calendário a Semana da Saúde, que será celebrada na segunda semana de agosto de cada ano. Na justificativa apresentada, o parlamentar afirmou que a ideia é qualificar o calendário do município e trazer informações relevantes sobre saúde e qualidade de vida para a população de Alvorada.

Por último, o vereador Alexandre Espeto (PSD) apresentou a proposta que dispõe sobre a implantação de medidas de informação e proteção à gestante e parturiente contra a violência obstétrica. Considera-se violência todo ato praticado pelo médico, equipe do hospital, familiar ou acompanhante que ofenda, de forma verbal ou física, as gestantes, em trabalho de parto ou no período puerpério.

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