Segunda-Feira, 18 de Dezembro de 2017 |

Contas do ano de 2015 da Prefeitura são reprovadas pelo TCE

Ex-prefeito professor Serginho afirma que deve recorrer ao processo

Por Redação em 01 de Dezembro de 2017

"No mês de setembro o TCE já havia considerado irregulares as contas de gestão." (Foto: Arquivo A Semana)


Nesta semana o nome do ex-prefeito de Alvorada Sérgio Maciel Bertoldi esteve em pauta novamente pela cidade. De um lado, a Câmara de Vereadores da cidade aprovou as contas do ano de 2014. O processo foi aprovado por unanimidade pelo legislativo municipal. Já por outro lado, o TCE reprovou as contas do município em 2015.

Isso porque o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS) divulgou nesta semana o parecer desfavorável à aprovação de contas do ex-prefeito conhecido como professor Serginho, no ano de 2015 de sua gestão. A decisão foi tomada por unanimidade pela Primeira Câmara. Entretanto ainda cabe recurso pelo político.

Em contato com Bertoldi, foi informado que o político deve recorrer ao caso. “A decisão é em primeira instância, então cabe recurso. Tenho certeza que sempre atuei dentro dos princípios constitucionais, legalidade, impessoalidade, moralidade e eficiência. Faremos recurso e temos a certeza que vamos sanar as dúvidas e reverter para uma decisão favorável, como em algumas outras situações”, declarou o ex-prefeito.

No mês de setembro o TCE já havia considerado irregulares as contas de gestão, referentes ao exercício de 2015. Com isso, o político foi condenado a devolver aos cofres públicos R$ 329.389,39. Isso referente a deficiências de fiscalização e inconsistências na comprovação de prestação de serviços médicos terceirizados e de irregularidades constatadas no pagamento de horas destinadas à capacitação de servidores para o uso das ferramentas e software.

Na época, Bertoldi afirmou ao jornal que iria recorrer ao caso. Segundo ele já está acontecendo uma sindicância interna dentro da Prefeitura, que foi iniciada em sua gestão, para averiguar essas questões e corrigir os problemas nas contas de 2015. “O tribunal faz suas competências, que é fiscalizar. A nossa parte é provar que estamos corretos”, finaliza o ex-prefeito.

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