Sbado, 03 de Dezembro de 2022 |

Eduardo Leite busca quebrar tabu no Estado

No primeiro turno, Eduardo Leite (PSDB) fez 26,81%, conquistando o...

Por Redação em 28 de Outubro de 2022

"Eduardo Leite busca quebrar tabu no Estado" (Foto: Divulgação)


No primeiro turno, Eduardo Leite (PSDB) fez 26,81%, conquistando o apoio de 1.702.761 eleitores e indo para o segundo turno das eleições para governador do Estado. Desde então, o político vem fazendo campanha e buscando alianças. Entre os principais apoios que vem recebendo estão deputados e prefeitos do Partido Progressista (PP) e de lideranças da esquerda, como Olívio Dutra e Tarso Genro.

Tudo isso tem um objetivo: tornar-se o primeiro governador a permanecer por oito anos no cargo. Isso porque nunca o chefe do Executivo conseguiu se reeleger. Desde que a reeleição foi aprovada, em 1997, já passaram pelo cargo Antônio Britto (MDB), Olívio Dutra (PT), Germano Rigotto (MDB), Yeda Crusius (PSDB), Tarso Genro (PT) e José Ivo Sartori (MDB). Com isso, Leite busca quebrar esse paradigma.

Já em Alvorada, o candidato contou com o apoio de 31.277 eleitores. Durante a campanha, Leite visitou o município e conversou com a reportagem do Jornal A Semana sobre os investimentos feitos na cidade – e as prioridades futuras. Ele também falou sobre a concessão da ERS-118, mas após o fim do primeiro turno ele comunicou oficialmente que a rodovia não contará com praça de pedágio.

Relembre

O candidato a reeleição, Eduardo Leite (PSDB), esteve em Alvorada no dia 22 de setembro. Em um almoço promovido na ACIAL ele trouxe dados de sua administração e afirmou que os investimentos estão sendo feitos e não podem parar. Entre os principais pontos destacados pelo político está a redução dos índices de criminalidade de Alvorada.

O ex-governador também se recordou dos empecilhos encontrados no início de sua gestão. “Quando nós assumimos havia uma crise financeira que não nos permitia nem pagar o salário dos servidores. Isso afetava a prestação de serviços públicos e nós promovemos uma série de reformas que nos permitiram colocar as contas em dia, reduzir impostos e abrir espaço para investimentos”, pondera Leite.

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