Quarta-Feira, 28 de Outubro de 2020 |

Alvorada contabiliza 242 casos e oito óbitos por conta do coronavírus em uma semana

Município está na 11ª colocação estadual quando se fala em número de contaminados pela doença

Por Redação em 16 de Outubro de 2020

"Secretária Arita participou de reunião que tratou da distribuição da vacina, que deve começar em 2021" (Foto: Divulgação)


O Governo do Estado divulgou na tarde de quinta-feira, 15/10, o seu mais recente boletim epidemiológico da pandemia do coronavírus. Assim é possível averiguar que Alvorada está com 4.262 casos confirmados desde a primeira quinzena de março, quando foi confirmado o primeiro paciente alvoradense. Além disso, já são 146 óbitos causados pela pandemia.

Nessa semana foram confirmados 242 casos. Isso é menos do que na última semana, quando foram 254 pacientes contaminados em sete dias. O número de óbitos também voltou a subir. Enquanto na última semana haviam sido confirmadas sete vítimas da pandemia, nessa semana o número subiu para oito. Os dados de pacientes recuperados, isolados e hospitalizados não foi mais divulgado pela Prefeitura.

Distribuição da vacina

Em reunião entre o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) e a equipe de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, nesta quarta-feira, 14/10, foi apresentado o planejamento para a vacinação da Covid-19. “Estamos com boas perspectivas de que, em 2021, teremos vacinas para imunizar os gaúchos que se enquadram nos grupos de risco para a doença”, afirmou a secretária da Saúde, Arita Bergmann.

De acordo com Ministério da Saúde, todas as vacinas consideradas seguras, eficazes, que tiverem preço justo e forem aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) poderão ser adquiridas pelo Programa Nacional de Imunização. Neste primeiro momento, as tratativas estão avançadas com o laboratório AstraZeneca, responsável pelo desenvolvimento da vacina de Oxford, e pelo consórcio internacional Covax Facility.

A expectativa é de aplicação de 100 milhões de doses já no primeiro semestre de 2021 e mais 110 milhões no segundo semestre. Na segunda fase, as vacinas distribuídas deverão ser produzidas em território nacional pelo laboratório de Bio-Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.

O Ministério da Saúde informou que outros nove desenvolvedores de vacinas manifestaram interesse em negociar com o governo brasileiro, entre eles laboratórios de países como China, Estados Unidos, Rússia, Bélgica, França e Áustria. Segundo Franco, o ministério tem investido na melhoria de parques tecnológicos, como a Fiocruz e o Butantan, para fortalecer o Programa Nacional de Imunização e ampliar a capacidade de produção nacional.

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