Sexta-Feira, 07 de Outubro de 2022 |

Editorial

30 anos do Distrito Industrial

Por Redação em 22 de Julho de 2022


O que começou com a mobilização de um grupo pró-industrialização, hoje, 30 anos depois, é uma realidade. Trata-se do Distrito Industrial de Alvorada/Viamão, uma conquista que completa três décadas de história. Isso porque, em julho de 1992, o então governador anunciou as primeiras dez empresas que ocupariam o espaço que movimentaria a economia do município.

Algumas dessas empresas acabaram não vindo. Outras estão aqui até os dias de hoje. O Cerealista Oliveira e a KLL são apenas dois exemplos de empreendimentos anunciados por Collares que seguem mobilizando a economia alvoradense. O que antes eram dez empresas, hoje são dezenas – isso segundo dados divulgados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico.

Contudo, por mais que existam investimentos na região, boa parte da população espera mais. E muito mais. Um Distrito com espaços vagos, bem localizado e com estrutura. Falta algo mais atrativo ou que convença grandes conglomerados a se instalarem em Alvorada – assim como existem nas cidades vizinhas. Talvez esse seja o maior “problema” para o desenvolvimento da cidade alavancar de fato.

Sabe-se que grandes empreendimentos mobilizam uma cidade. É só olhar a GM em Gravataí. Contudo, para isso é preciso fazer algo de diferente. Saber a resposta é que é a pergunta de milhões. Por outro lado, ao percorrer o Distrito Industrial, é possível ver que hoje existe infraestrutura. Muitas ruas estão pavimentadas e aquela região pujante – inclusive com obras em andamento.

Todos sabem a importância que o Distrito Industrial tem para Alvorada e por isso sempre se trabalha para que ele cresça e se desenvolva. Assim teremos uma economia mais forte e mais recursos nos cofres públicos. Com novas empresas, toda a engrenagem funciona melhor e quem ganha com isso é a população, que terá mais investimentos em sua cidade – isso sem falar na geração de emprego e renda.

Dessa vez são 30 anos e o Jornal A Semana espera poder noticiar os 40, 50, 100 anos. A nossa expectativa é de que, há cada década recordada e celebrada, possamos também noticiar mais investimentos, empreendimentos, vagas de emprego; entre outras manchetes positivas. Todos tem sua parcela e parte para fazer. Se todos fizerem, essa expectativa se tornará realidade.

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