Sexta-Feira, 24 de Novembro de 2017 |

Editorial

A retomada e ajustes são necessários

Por Redação em 30 de Janeiro de 2015


Estamos a algumas horas do segundo mês do ano recém iniciado. Como de costume, nós do jornal A SEMANA paramos uma semana para tirar as nossas “férias coletivas” a fim de renovar as forças para enfrentar mais um ano de batalha. Ou recompor as forças do ano que passou.
Porém as informações vindas, apesar do esforço de tentar se desligar do dia-a-dia, teimavam em nos alcançar. Inúmeras informações a nível local, estadual e nacional nos deixavam perplexos. A nível nacional, o que já noticiávamos como a ponta do iceberg no caso da corrupção da Petrobrás, veio um pouco mais a tona. Se não bastasse isso, as ações que caíram de forma abrupta, um orgulhoso patrimônio nacional vilipendiado de tal forma impetuosa e desonrosa. E justamente na pasta de Minas e Energia, na qual a nossa presidente galgou os altos postos.
A nível estadual o congelamento por seis meses das contas do governo. E como não poderia deixar, o oposto em relação ao discurso acontece, como aumento majestoso dos salários que irão obviamente puxar os salários de outros escalões e poderes, o congelamento das contas a pagar, porém o corte significativo em secretarias e salários, isso ficou para ...
E aqui no nosso pago, conforme noticiado em chamada de capa na última edição, o aumento retroativo dos últimos 15 anos do valor venal dos imóveis e com reflexo direto no aumento do IPTU parou na Justiça. E em Primeira Instância os proponentes (PSD e PMDB) e oposição ao atual governo ganharam a causa. Agora resta o segundo round e que em breve terá posição.
E de frente ao clamor do povo, o governo municipal sensibilizado e fragilizado com a falta de caixa, recuou momentaneamente e reajustou o IPTU em índices normais de aceitação. Isso sem falar dos antigos desafetos políticos reunidos todos num só governo, deixando os eleitores sem justificativas concretas, somente atendendo a seus próprios interesses.
E no fechar da edição, mais um dado que nos impressiona e que a longa data está sendo alertado: a falta de creches para a educação infantil de 4 a 5 anos de idade. Um dado lastimável e que estamos sendo o último município do Estado a segurar esta posição. Urge a administração do Professor Serginho, que se elegeu levando consigo a bandeira da educação enfrentar de frente esta situação nestes derradeiros meses que tem ainda pela frente.

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