Quarta-Feira, 23 de Agosto de 2017 |

Editorial

A toque de caixa

Por Redação em 21 de Julho de 2017


Nestes meses de frio de um rigoroso inverno, os ambientes de trabalho estão bem mais amenos. As temperaturas baixas deixam também as vegetações em estado de “hibernação”, de descanso, para quando passar o rigoroso do inverno, a plena exuberância de suas flores se façam presentes. De igual forma, as parreiras das videiras estão na hora do descanso, para quando brotar e chegar a época da colheita, os frutos possam dar o melhor do seu sabor e os produtores tirarem o bom do vinho. E para os que gostam do rigoroso frio em detrimento dos dias quentes do verão, se deliciam com esta estação do ano.

Nestes dias, que hora teimam em ser de verão, dão o seu ar da graça, esbanjando a sua beleza. E por serem estes “veranicos” breves, o rigoroso frio se faz presente acompanhado pelas chuvas frias que são tradicionais para a época do ano. Além é claro da beleza das paisagens cobertas de geada.

Passaram mais de 40 dias que o jornal A SEMANA noticiou o estado crítico da iluminação noturna ao longo da Avenida Presidente Getúlio Vargas. Também unanime são os anseios dos legisladores municipais com referência a situação. Vozes se erguem de todos os recantos do município, inclusive dirigentes comerciais e industriais pedindo providências urgentes. E no levantamento constante nesta edição do jornal A SEMANA, notou-se uma melhora significativa na avenida principal, porem muito aquém dos reclames da comunidade. Um trabalho árduo que deve ser visto com muita atenção pelos órgãos constituídos, pois é de fundamental importância no que tange a segurança.

De igual forma algumas melhorias pontuais do asfaltamento na cidade. Pontuais pois são grandes os reclames da comunidade. Muito aquém do esperado pela população que sofre no seu dia a dia e a ausência dos poderes constituídos. Esforços estão sendo feitos, porém deve ser feito muito e muito mais, pois o tempo passa e poucas atividades efetivas aconteceram.

As estações do ano são pontuais e marcam o seu tempo. O tempo das administrações passam de quatro em quatro anos e todas também marcam a sua passagem. Esperamos que esta administração marque de forma positiva e urgente o porque está acento no paço municipal para que o povo, que lá o colocou, esteja orgulhoso do retorno à sua comunidade.

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