Quarta-Feira, 26 de Julho de 2017 |

Editorial

As dores do final de ano

Por Redação em 09 de Dezembro de 2015


O homem desde os seus primórdios sempre busca o aperfeiçoamento. Aconteceu com as primeiras vacinas, as primárias remadas para conquistar novos oceanos, a busca por novos ares como fez Santos Dumont e assim, prosperou. E de voo em voo o homem saiu e abre espaços em novas galáxias, vasculha o infinito em busca de respostas e que trazem benefícios diretos a toda a humanidade.

E esta busca do aperfeiçoamento, de dias melhores a todos é uma constante em diversos setores. A procura para a melhoria de todos que os cercam e a de deixar um bom legado.

E o ano de 2015 está chegando ao final. Faltam apenas algumas semanas que é possível contar na palma da mão. E o que não deu para acertar no decorrer do ano, fica como promessa de dias melhores no ano vindouro.

Certos de estarmos fazendo o bom jornalismo, não deixamos passar em brancas nuvens inúmeras atitudes tomadas no paço municipal e que em muito inquieta a sociedade. E agora no apagar das luzes do ano e já tardiamente começam a soprar ares de renovação. O inchaço da máquina pública a longa data foi notícia e cada vez mais ocupava seus espaços em desacordo com o que o munícipe esperava. De costas para o povo e fornecendo somente migalhas, a crise chegou de forma imediata e querendo o seu espaço.

Mínimas atitudes foram tomadas até agora, muito aquém do mínimo esperado. Os partidos da base aliada continuam recebendo generosos e pomposos salários para dar a sustentação necessária. E assim o farão, pois compromisso com o povo que o elegeu, somente no ano da eleição, ou melhor, até os dias derradeiros que a legislação eleitoral conceder. Ou suas conveniências.

Os milhões de receita que não entram nos cofres públicos já eram notórios há vários meses. Porém somente no apagar do ano é notícia. Sim, notícia. Pois se tornou notícia pela ineficácia da máquina pública, pois desde os primeiros dias deste governo se importou mais em atirar pedras no passado do que limpar o terreno para caminhar em bons caminhos. E a comunidade que os elegeu espera as melhorias, ou melhor, pela ineficácia do “poder” constituído vai e faz por sua conta, pois cansou de esperar.

E o ano vindouro está batendo a porta. Passaram-se três anos e olhando para trás o que a comunidade conquistou? Um pequeno pontilhão no bairro Fontoura há mais de três anos espera por um conserto final. E certamente este também ficará para o próximo ano, tamanho marco da incapacidade administrativa que hoje ocupa o paço municipal.

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