Quinta-Feira, 23 de Novembro de 2017 |

Editorial

Brasil 2014, muito aquém da Copa

Por Redação em 10 de Janeiro de 2014


Quando um País inteiro assiste um “experiente” acusado de corrupção visitar outro em sua prisão domiciliar e isso é notícia de jornais e ainda com um enfoque positivo, é porque há alguma coisa errada.
Ainda mais quando o visitante é, nada mais nada menos, do que um dos principais fundadores do MST/Movimento dos Sem Terra e o visitado um deputado Federal do Partido dos Trabalhadores.
Enquanto chama o companheiro de “injustiçado”, o líder do MST bate no Judiciário e usa a cor da pele de seu “oponente” como forma de agressão inversa, afirmando que não há honra a sua raça e que há encantamento com o poder.
Enquanto isso, a família de outro deputado Federal e ex-presidente de Partido, pretende arrecadar doações para ajudar a pagar a multa de R$ 468 mil estipulada pelo STF/Supremo Tribunal Federal no julgamento do Mensalão no qual foi condenado a seis anos e 11 meses de prisão. Porém os seus “companheiros”e que são milhares, o estão deixando à deriva.
Outra notícia que choca e repercute de forma negativa inclusive internacionalmente, é a situação da Segurança Pública no Maranhão onde bandidos estão atacando a população em retaliação à ação policial no Presídio de Pedrinhas. E segue o desabafo de um ex-colunista do Jornal A SEMANA: “A barbárie em Pedrinhas não é o ápice do caos. O ápice do caos já se instalou há algum tempo e se mantém, rendendo frutos, rendendo lucros, rendendo votos. Todos os dias, milhares de brasileiros são violentados, agredidos em corpo e alma, restando chagas e traumas insuperáveis. Todos os dias idosos e crianças são pisoteados até mesmo por uma moda de desrespeito e desvalores humanos. Todos os dias milhares choram de dor. Há quanto tempo nada se faz de concreto? Há quanto tempo isto já poderia estar mudando? Qual o real intento da omissão?” E os seus governadores abrem licitação para compras de vinhos importados, uísque escocês, caviar, etc., e etc.
E não nos esqueçamos: estamos no ano da Copa. O que será que está a nos esperar?

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