Domingo, 27 de Novembro de 2022 |

Editorial

De ontem para o presente e futuro

Por Redação em 09 de Setembro de 2022


A data máxima continua em nosso meio. Anos “recolhidos” por causa de uma pandemia, quando aglomerações, distanciamento era a ordem a ser obedecida. E com certeza os que vieram ver o desfile e desfilaram viram o quanto é possível avançar para chegar ao que no passado se via na avenida central.

O tempo das arquibancadas ao largo da avenida repleta de pais, estudantes, turistas era o retrato fiel da presença do povo na data magna nacional. Bandas faziam filas para melhor se apresentar e de outros municípios vinham para abrilhantar a data. Inclusive escolas de outros municípios também se faziam presentes. E para manter a boa vizinhança, a retribuição da visita recebida era a palavra de ordem.

E quem sempre se fazia presente nos desfiles eram as escolas estaduais e que este ano de forma maciça estiveram ausentes. Exceto, a Escola Carlos Drummond de Andrade que está dentro do programa federal, a Escola Cívico Militar. Apesar do pouco espaço de tempo e carência de recurso, fez bonito na sua estréia levando da plateia o caloroso abraço e aplausos efusivos.

A marca dos 200 anos de Independência aqui entre nós deixou sim a sua marca. Algumas faixas, dizeres. Porém o Hino da Independência do Brasil não soou no paço municipal o que é uma lástima e deixa uma lacuna na educação infantil e juvenil do passado de glória de nossos antepassados. Como também o Fogo Simbólico que chegou com toda a pompa e guardada com pouco acesso de escolas e entidades, sendo assim pouco divulgada também nas redes sociais.

Fica para os próximos anos a chamada da atenção maior aos nossos valores nacionais, estaduais e municipais. Pois um povo que bem engrandece e valoriza o seu passado, tem grandes oportunidades de um povo próspero no presente e no futuro.

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