Quinta-Feira, 22 de Junho de 2017 |

Editorial

E o tempo passa...

Por Redação em 12 de Maio de 2017


Vivemos num mundo em que cada a cada minuto estamos sendo pegos de surpresa por notícias que correm com velocidade gigantesca. Algo que aconteceu do outro lado do globo terrestre, em segundos estamos sabendo e se não sabermos distinguir o que está acontecendo ao nosso lado e o que está a quilômetros de distância, podemos nos esgotar rapidamente. Notícias excelentes que correm mundo, não necessariamente se adaptam a nossa realidade. Notícias negativas de outros países não necessariamente refletem o nosso dia a dia.

Porém podemos prever e antever situações corriqueiras que nos afetam diariamente. O frio do inverno está batendo as portas e desde já algumas prevenções mínimas terão que ser tomadas. O momento do plantio o agricultor sabe e pode se preparar anteriormente. Quando o aluno vai para a escola, o mínimo é levar o material escolar e receber e ser recebido com educação pelos seus colegas e direção. E é assim que o mundo anda.

Nos órgãos públicos, mais específicos em alguns setores brasileiros, esta premissa é deixada para depois. A prevenção, a gestão dos recursos inúmeras vezes são deixadas para o segundo plano. E inclusive em áreas essenciais, como a saúde, educação, segurança, etc. e etc. E no governo municipal não está sendo muito diferente.

No decorrer da semana, em apenas algumas horas, a equipe de jornalismo deste semanário, constatou novamente, in loco, as dores que a população passa no seu dia a dia. Mais especificamente abordando as sinaleiras. Saímos novamente da zona de “conforto”, a redação, e já na primeira esquina o reflexo do que nos esperava. Este tema de sinalização já foi abordado em inúmeras ocasiões e pouca coisa muda, ou muda a passos de tartaruga. Anunciamos na edição 1454 do dia 14 de abril do corrente ano, na página 2, portanto, menos de um mês, do perigo da sinaleira desligada nas esquinas das ruas Tibúrcio de Azevedo e Avenida Itararé. Inúmeros acidentes graves aconteceram, porém o poder público ignorou. Esta semana uma vítima fatal, morte anunciada e até o fechamento da edição, conforme relatos de moradores, o poder constituído ainda não se fez presente. Será necessário o que, para que saiam de suas zonas de conforto, arregacem as mangas e deem resultado à comunidade que os elegeu?

O mínimo deveria já ter sido feito, entre eles a pintura das faixas de segurança, remédios nos postos de saúde, câmeras de vídeo monitoramento, etc e etc. A desculpa é dos antecessores, mas os mesmos ocupam os mesmos espaços. Mas tudo é para o bem da comunidade.

A área do lazer, o esporte, este sim tem dado passos avantes, entre eles a revitalização do Ginásio Municipal, os jogos tradicionais de 1º de Maio e um atleta internacional para prestigiar o esporte local. Yarlei levando o nome de Alvorada para o mundo. Seja bem vindo, enquanto ficamos na espera de que os anseios de anos da comunidade sejam alcançados.

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