Quarta-Feira, 26 de Julho de 2017 |

Editorial

Mais um legislador que se senta no banco dos réus

Por Redação em 11 de Novembro de 2016


O ano eleitoral que começou congelado, passou ao estado morno e esquentou nos meses que antecederam as eleições. Após os impávidos confrontos tradicionais que marcaram as antevésperas das eleições, no final do ano, após os resultados finais do pleito uma nova notícia bombástica causa um certo desarranjo no campo político.

O Ministério Público ao deflagrar a Operação Aldeman, busca restabelecer a ordem no meio político e afastar, se efetivamente for comprovado, os maus gestores públicos. Tendo direcionado, entre outros, o alvo ao vereador Vanio Presa – PMDB, braço direito e forte líder político. O objetivo do Ministério Público e que tem a coordenação dos promotores públicos Marcelo Tubino e Rochelle Jelinek e outros membros, vai incessantemente atrás do que se propusera.

Vários bens de inúmeras pessoas foram bloqueados para reaver parte de R$ 1 milhão que foram lavados nas atividades ilícitas. Como é tradicional neste meio, inúmeras atividades erradas e tradicionais estavam sendo praticadas, inclusive por quem bem deveria representar a comunidade.
No Legislativo Municipal os nobres pares edis estão estupefatos com a história que vem a tona. Ninguém sabe, ninguém viu, mínimas declarações. E certamente ninguém também não viu os funcionários “fantasmas’ que rondavam externa e internamente a Casa do Povo. Porém o lado financeiro, este sim, os “fantasmas” recebiam os polpudos proventos oriundos do sacrificado imposto do povo obreiro de Alvorada. Além é claro, de não se fazerem presentes para serem vistos trabalhando.

Com mais esta lição, a saber do passado em que outros legisladores se sentaram nos bancos dos réus, esperamos que seja dado mais um passo a frente para afugentar o já denegrido espaço político que ronda o país, estado e município.

Que sirva de lição aos novos gestores que tomam posse no primeiro mês do ano vindouro que extirpem do seu meio os tradicionais apadrinhamentos e vícios consagrados da péssima gestão pública. E que o Ministério Público, na ausência da boa gestão, se for preciso, se faça presente para colocar nos trilhos os maus administradores.

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