Sexta-Feira, 24 de Novembro de 2017 |

Editorial

Mãos a obra

Por Redação em 24 de Abril de 2015


Na manhã da última quinta, dia 23 de abril, o povo brasileiro acordou com uma notícia alvissareira. O balanço da maior empresa brasileira da área petrolífera divulgou o seu balanço e confirmou que dentro da sua estrutura passaram “homens” corruptos e que praticaram um dos maiores atos de corrupção até agora registradas na história deste país.
Deixaram um rastro de no mínimo R$ 6,2bilhões surrupiados dos cofres, somente desta empresa, deixando um prejuízo revelado de R$ 21,61 bilhões somente no ano de 2014. Déficit este registrado somente nos idos de 1991, quando se lutava ardentemente para não chegar no futuro o quadro tão avassalador quanto este apresentado.
Frente a esta operação, está Paulo Roberto Costa, um dos grandes diretores indicado politicamente para exercer o cargo. Do partido político que o indicou pouco ou quase nada se escuta. Joga-se as culpas nele que se juntou com outros “amigos”, entre eles o doleiro Youssef e outros quadrilheiros. Inclusive um tesoureiro do partido que está no governo a nível federal que teimava em não largar o cargo, e levou consigo a história de transparência, de novos tempos, de boa governança, e blá blá blá ...
A nível estadual, o novo governo tenta de todas as formas tentar honrar os seus compromissos junto a seus funcionários de todos os escalões. As fontes de recursos de outrora se esgotaram e está se gastando os últimos recursos para saldar compromissos primários. E julho está chegando quando termina a moratória de pagamento de contas efetuadas pelo governo anterior e o saldo de caixa para estes pagamentos ainda inexiste.
E a nível municipal o discurso não vai muito longe das outras esferas. Porém temos a frente o ano do cinquentenário, que ajudará em muito a contar a história do passado. E a do presente como anda? Diversos alertas em diversos setores já ecoaram, porém no paço municipal tudo continua como antes. Reuniões entre eles para o contento deles. E o povo a espera das melhorias que chegam a conta-gotas.
Espera-se que estes novos e tão sonhados dias melhores cheguem e logo. Pois está batendo a porta as inúmeras promessas ouvidas e não concretizadas. Urge a necessidade de tomar as rédeas, escutar as vozes da rua e por as mãos a obra.

COMENTÁRIOS ()