Por Redação em 10 de Agosto de 2018
Finalmente começou a campanha eleitoral de 2018, que tem tudo para ser a mais polêmica, surpreendente e inovadora eleição que o Brasil já viveu. Isso tanto pela amplitude de candidatos e ideais apresentados, como também pelo momento em que o jornalismo vive atualmente e a importância que ele terá nos próximos meses.
São candidatos da esquerda e da direita, comunistas e militares, chamas, tucanos e estrelas. Nunca se viu uma eleição tão plural, com tantas chapas fortes ou fracas, que dividirão os votos do mesmo segmento. É um momento bom para conhecer a bandeira de cada um, mas também complicado de decidir.
Essa decisão não tem nada ver com a bandeira. Pelo menos não neste aspecto. O que se diz é que está na hora de avaliar o que cada um dos polÃticos que postula o cargo de presidente realmente fez na sua trajetória polÃtica. Que legados foram deixados e que escândalos eles tiveram ou não participação.
Atualmente o Brasil vive uma das crises mais fortes desde que existem eleições no paÃs. O desemprego atinge a todos, assim como os altos preços do combustÃvel e a falta de investimentos do poder público nas áreas mais essenciais que existem, como saúde, segurança e educação. Está no momento de estudar bem o que cada um fez e pretende fazer para que essa realidade mude no futuro.
Nesse ponto que entra o papel do jornalismo. Está se vivendo uma das fases mais fortes de fake news nas redes sociais. Redes sociais essas que evoluem a cada ano e, até hoje, ninguém consegue trabalhar nela de forma plena. A ideia é que essas notÃcias falsas parem de circular e o jornalismo entra aÃ: seja como fonte de notÃcia como também denúncia do fake.
Não tenham dúvidas de que notÃcias falsas vão circular por todas as redes sociais, mas busquem a verdade em veÃculos sérios e comprometidos, como o Jornal A Semana e muitos outros distribuÃdos pelo paÃs. Como foi dito neste editorial: essa será uma das eleições mais importantes do Brasil e o voto precisa ser pensado.
Esse ano a eleição é nacional e, neste editorial, está se falando especificamente da presidência da República, algo que pode parecer distante, mas não é. Basta folhar esta edição que será possÃvel ver obras como a reforma do campo do Tarumã e da Praça João Goulart atrasadas, seja por empecilhos burocráticos como também pelo atraso das verbas da União.
Isso porque não se fala em CEU das Artes, postos de saúde e UPA 24 horas. São todas iniciativas federais, mas que o municÃpio de Alvorada, assim como tantos outros, sofre para ver um futuro próspero. Que o leitor do Jornal A Semana siga se informando em meios de comunicação de credibilidade e pensem com carinho no seu voto para está eleição tão importante para todos.