Quinta-Feira, 13 de Agosto de 2020 |

Editorial

No descompasso do compasso da história

Por Redação em 31 de Agosto de 2018


No mês de dezembro de 2013, surge pela primeira vez as palavras Ceu das Artes no jornal A Semana. Na oportunidade, a matéria relatava a vinda de emenda parlamentar no valor de R$ 1,650 milhão para a construção do complexo e mais tarde passou ao valor liberado de R$ 2,600 milhões.

Passados mais de quatro anos e oito meses, segue o imbróglio da finalização, compra de elevador, imobiliário, limpeza do local, cercamento, e pasmem, se tudo ocorrer conforme o último planejamento, até o final do ano será inaugurado o espaço. Porém com ressalvas que faltam no seu acabamento final.

Longe dos acontecimentos da iniciativa privada, que em sua grande parte tem suas obras acabadas em exíguo tempo, no público é de perder de vista. A área de construção do Ceu das Artes é de aproximadamente 700m², onde teremos três pavimentos, salas, auditórios, sanitários e outros espaços para abrilhantar o conhecimento dos que ali se dirigirem. Lugar com grandes espaços para conforto, estudo, lazer e entretenimento. Um espaço onde a cultura terá o seu lugar e de fácil acesso aos que buscam o conhecimento.

Tendo dirigentes relacionados diretamente a arte cultural na cidade, é prometido um grande retorno à comunidade logo após a sua inauguração. O público ávido por um espaço tão valioso dará a seu tempo o resultado esperado. Será também um local de caravanas de escolas, faculdades e de também de outros municípios. São poucos os municípios que tem este privilégio e não deixaremos mais um espaço vago para realização de atividades não afins.

Que os poderes constituídos se façam valer de sua força e que a comunidade que tanta almeja lugares próprios para o seu conhecimento, veja neste espaço uma realização de seus sonhos.

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