Sbado, 03 de Dezembro de 2022 |

Editorial

Para os próximos trinta anos...

Por Redação em 01 de Julho de 2022


Trinta anos e alguns dias. Uma jornada que é digna de respeito e admiração: a instituição Conselho Tutelar. Esta jornada foi acompanhada pelo jornal A Semana desde os seus primórdios, legislação federal, estadual e municipal. Os chamados públicos, editais, notícias eram fator de tônica na redação e hoje fazem parte da história passada da instituição e jornal. Serve de busca aos mais atentos a fatos pitorescos que norteavam a busca pela melhor instituição Conselho Tutelar.

Foram centenas de edições acompanhando os passos, desde a escolha do primeiro presidente do COMDICA, a entrega da chave do primeiro veículo, a primeira sede, a construção da Casa de Passagem, os primeiros utensílios, os primeiros conselheiros e chegando aos dias atuais. Dois conselhos divididos pelo eixo central da Avenida Getúlio Vargas, mas unidos no mesmo ambiente de trabalho.

Como na primeira eleição até os dias de hoje, a eleição pelo voto dos eleitores, a comunidade abraçando a causa. Porém, como já aconteceu na primeira eleição, outros interesses próprios foram além do interesse público. E como foi visto nos últimos pleitos, a política tomou espaço dentro da instituição deixando, às vezes, as crianças em segundo plano.

E notoriamente nestes tempos de pandemia, a evasão escolar é uma grande tônica. E nisso deve entrar o Conselho Tutelar e se fazer presente junto as instituições de ensino. O olhar crítico do aproveitamento escolar nas escolas, estar ao lado das direções, sendo chamados ou não, pois uma simples presença pode dar novo rumo a quem está em busca de definição do seu futuro particular.

Os primeiros anos eram precários em recursos materiais e os objetivos, a duras penas eram alcançados. Atualmente os valores despendidos estão muito além de quando foi iniciado. Prédio próprio e centralizado, amplas salas, veículos, dez conselheiros e uma ampla rede de apoio. Se reinventar nestes tempos deve ser a palavra de ordem e a comunidade que os elegeu pode aplaudir.

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