Terça-Feira, 19 de Setembro de 2017 |

Editorial

Símbolos perpetuados

Por Redação em 26 de Abril de 2013


Uma cidade é feita a partir das experiências de seus moradores, principalmente os primeiros, chamados de pioneiros. E Alvorada, mesmo com seus poucos anos de emancipação política, já possui uma história que segue sendo construída a cada período.
Ao longo desses anos nossa cidade foi consolidando símbolos, sendo os primeiros deles a Lagoa do Cocão e a avenida Presidente Getúlio Vargas, principal da cidade, a partir da qual todo o resto se desenvolveu.
Outro local característico é a Praça Central, ponto de encontro de alvoradenses de todas as idades, principalmente nos finais de semana, quando é grande o movimento por ali. E ela ganhou alguns acessórios que qualificam ainda mais essa convivência. O Chimarródromo, primeiro do gênero no Estado, o palco central e, mais recentemente, a academia ao ar livre.
Ainda podemos citar como símbolos da cidade o Pórtico de entrada que nos limita da Capital, o título de “Capital da Solidariedade” e o Hino de Alvorada.
E essas são marcas perenes, que se perpetuam através dos tempos, muitas delas eleitas pela própria comunidade, como a Praça Central. Outros chegaram através de Projetos de Lei, caso do título da Capital da Solidariedade e do Hino.
E sempre que há mudanças na Administração Municipal, ficamos na expectativa de o que vão nos oferecer de novidade. O que será valorizado, e o que será deixado de lado, condenado ao esquecimento.
Há muitos anos vemos ações de impacto junto à Lagoa do Cocão, contudo sem resultados duradouros. Novamente o local de preservação ambiental está na pauta da Administração Municipal, através de sua Secretaria de Meio Ambiente e, esperamos sinceramente que dessa vez dê certo.
Outro ponto que está precisando de atenção é o pórtico de entrada, que foi atingido por um temporal de vento no início de 2013 e teve sua placa partida em dois. De acordo com a Prefeitura, uma nova chapa está sendo providenciada, o que deverá devolver a identificação à entrada da cidade.
Mas, nos perguntamos, e o Hino e o título de Capital de Solidariedade? Vão seguir em voga na cidade? Conforme nos afirmou o prefeito Serginho em encontro durante a semana, o hino segue sendo tocado em cerimônias oficiais, onde cabe a sua execução (uma pena que ainda não pudemos ouvi-lo em 2013) e os demais símbolos se firmam pela identidade que a própria comunidade tem com eles.
Portanto, meu amigo leitor, é nossa a responsabilidade de não deixar morrer o título de nossa cidade, que foi escolhido a partir da vocação do nosso povo em se mostrar solidário não só aos visitantes mas, principalmente, aos que aqui chegam para viver ou trabalhar. Estamos arraigados com a nossa identidade e nos orgulhamos de sermos de Alvorada. Nos orgulhamos de sermos solidários e cabe a nós perpetuar a ideia e de que somos a Capital da Solidariedade. Colocando isto, acreditamos que cabe a nós e às autoridades seguir incentivando que os símbolos e valores não caiam no esquecimento.

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